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Excesso de trabalho e saúde mental

Funcionários não ativos


Não se pode negar, que o desenvolvimento brasileiro não vem sendo totalmente benefico. É notório que a saúde meltal de mais de 50% da população esta afetada, e a maior parte da culpa, sem dúvida se dá pelo acarretamento excessivo no ambiente de trabalho.


Em primeiro lugar, a cobrança de cumprimento de metas por funcionários é crescente, os gerentes impõe de uma forma desumana esquecendo que fora do trabalho a pessoa tem uma vida para administrar. Portanto, para muitos 24 horas no dia se torna pouco, afetando assim seu humor, sono e até mesmo apetite, sentindo-se cada vez menos impotente para aquele serviço e quando se dá conta, encontra-se "doente da cabeça".


Adicionando-se a isso, é necessário falar sobre a Sindrome de Burnot que tem como causa o excesso de trabalho, que vem afetando grande parte da população. Tendo como um dos sintomas a falta de sono, é necessário a ajuda de um profissional de psicologia para se tratar, com o devido acompanhamento e medicamento a vida vai retornando para o seu lugar, pois o cansaço mental se torna pior que o físico.


Diante dos fatos apresentados é possível perceber uma sociedade doente, onde funcionários preferem se manter em um trabalho doentil do que fora dele pela falta de emprego. É nítido que as empresas pouco ligam para saúde mental de seus funcionários, não os dando o apoio necessário. Com isso, torna-se necessário uma mudança de hábitos de patrões com funcionários, que passem a não apenas cobrar mas também ajudar, oferencendo lazeres apropriados dentro do ambiente de trabalho, como ginástica, academia, meditações, entretenimentos, consultas e palestras com psicólogos, tentando assim amenizar a pressão dada no trabalho para que o rendimento dos funcionários seja elevado, cuidando assim também da saúde mental dos mesmos.

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