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Excesso de trabalho e saúde mental

A revolução industrial ocorrida na Inglaterra no século XVIII foi uma grande marco quando se diz respeito à excessso de trabalho e bem-estar mental. Nessa época, a classe operária era explorada por falta de leis trabalhistas. Nesse contexto, deve-se analizar as questões relacionadas ao tema e como a intensa carga horária e o convívio com o temor de ser despensado contribuem para a problemática.


Em primeira observação, vale ressaltar o intenso período de trabalho como uma das principais causas do tema abordado. Lamentavelmente, em nosso país o salário mínimo é sem dúvida, incapaz de manter as condições básicas de vida como alimentação, saúde por consequência, algumas pessoas precisam de uma renda extra e concluem que precisam trabalhar em outro local para suprir as necessidades.


Em segunda análise, tem-se o medo do desemprego como motivador do problema. Segundo a Confederação Nacional da Industria (CNI), o medo da demissão aumentou e a satisfação com a vida diminuiu. Com certeza, a convivência com esse receio por parte dos funcionários gera a insatisfação com a vida e causa o desânimo podendo alavancar um empecilho psicológico.


Logo, diante dos fatos supracitados medidas devem ser adotadas para reduzir o impasse. Urge que a (Consolidação das Leis do Trabalho), com o apoio do MPT ( Ministério Público do Trabalho ),ministrar leis que possam diminuir o stress e problemas mentais nos setores secundários da economia. Portanto, uma das medidas seriam a implementação de locais de lazer e esporte que de certo, acarretariam no aumento sgnificativo da qualidade de vida. Certamente, agindo como agente de motivação trabalhista deixando o serviço um lugar mais feliz.

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