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Excesso de trabalho e saúde mental

No filme "O diabo veste prada", Andy passa a trabalhar para uma conceituada revista de moda. E com o tempo, ela abdica a sua vida pessoal em função do trabalho, o que acarreta em vários problemas. Saindo da ficção, são cada vez mais comuns trabalhadores que renunciam de sua vida social e saúde psicológica por causa do trabalho.


Primeiramente, é inegável que o excesso de trabalho leva a deixar o lazer e vida social de lado, que são de extrema importância para uma vida saudável. Vários operários, com urgência de trabalho, passam a ver momentos de relaxar como desperdício de tempo. Nesse contexto, é pertinente do discurso do medico Dráuzio Varella que explica que o trabalho deve ser aliado ao lazer para uma vida saudável. Dessa forma, qualifica-se de extrema importância que o operário tenha períodos de descanso a favor da sua saúde.


Em consequência, o trabalho demasiado desencadeia distúrbios psicológicos. Uma vez que o indivíduo vive em função do afazer, abre-se espaço para o Workaholic, ou seja, o vício em trabalho. Segundo Marcia Merquior, doutora de saúde da UERJ, o indivíduo viciado é caracterizado por viver trabalhando e desencadeia distúrbios como angústia, depressão e ansiedade. Logo, o trabalho incessante se torna base para diversas dificuldades psíquicas e é indispensável um intermédio.


Infere-se que são necessárias medidas capazes de mitigar o problema. Dessa forma, o Ministério do trabalho e emprego aliado ao Ministério da saúde devem disponibilizar psicólogos prontos para atuar em grandes empresas com o fito de combater doenças psíquicas. E com o mesmo fim, o Ministério do trabalho e emprego deve fiscalizar severamente empresas que não respeitem o horário de trabalho, sujeito a multa.

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