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Estereótipos na mídia e na literatura

 O Mito da Caverna, alegoria escrita por Platão, explica a evolução do processo de conhecimento. Segundo ele, os seres humanos são prisioneiros de uma caverna, em que estão habituados somente a ter ilusão do que veem como se fosse a verdadeira realidade. De maneira analóga ao presente, a questão do estereótipos na mídia e na literatura pode ser  bem representada pelo Mito da Caverna de Platão, visto que esse é um grave problema que vive às sombras da sociedade, em razão do silenciamento social e da falta de estrutura educacional.


Primeiramente, nota-se que o silenciamento social é causa expressa da questão. Em consonância a isso, a escritora brasileira, Martha Medeiros, discorre, em uma de suas obras, sobre a falta de debate social, afirmando que o indivíduo silencia aquilo que ele não quer que venha à tona. Desse modo, é notório a relação da afirmação da autora e  a questão do estereótipos da mídia e da literatura, já que o Estado brasileiro mantém essa questão silenciada, pois seu debate trará a exposição de muitos reveses a fundamentação  de incontáveis consequências dos quais, os responsáveis não demonstram capacidade de  dirimir.


Outrossim, é a falta de estrutura educacional que tem papel coadjuvante em relação ao imbróglio. Segundo Paulo Freire, "Se a educação sozinha não transforma a sociedades, sem ela tampouco a sociedade muda". Sobre isso, o autor afirma que a educação é pilar indispensável na base da formação social, uma vez que ela tem o poder de solucionar embates como o estereótipos na mídia e na literatura. As instituições pedagógicas têm papel primordial não somente  no ensino de habilidades cognitivas, mas também na formação cidadã de cada indivíduo, sendo que, o desrespeito a tal  fato é uma afronta à sociedade e aos princípios constitucionais.


Portanto, medidas são necessárias para solucionar a problemática. O Ministério da Educação, por meio de palestras na escolas e universidades, deve criar campanhas de debate social, que possibilitem a discussão de  assuntos silenciados socialmente, como o estereótipos na mídia e na literatura. Tais debates devem extrapolar o espaço acadêmico, com transmissões ao vivo pelas redes sociais, por exemplo, para aumentar a possibilidade de discussão e para que toda sociedade tenha conhecimento do assunto. Espera-se, dessa forma, que o tema deixe de ser um assunto desconhecido e tenha possibilidade de ser minimizado.

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