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Estereótipos na mídia e na literatura

  No mundo globalizado em que se vive atualmente, a propagação de informações tem se ampliado cada vez mais. Nesse viés, cabe destacar que os estereótipos são amplamente divulgados nas mídias. Essa transmissão de conceitos, muitas vezes se dá de forma generalizada nos filmes e na literatura, emitindo imagens errôneas de um grupo social. Por conseguinte, tem-se a solidificação de paradigmas dentro dos gêneros sexuais e também, um preconceito oculto dentro da realidade televisiva e literária. Logo, faz-se necessária uma maior diligência em se tratando de buscas por informações acercas das diversidades culturais e históricas de um povo, a fim de se obter mudanças nesses parâmetros.


  Em primeiro plano, cabe evidenciar que, segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável e cabe a ele escolher seu modo de agir. Entretanto, mesmo com tamanha liberdade, este, encontra-se influenciado pela dicotomia dos gêneros feminino e masculino, tomando suas decisões baseadas nas construções sócio-culturais. Essa situação é perceptível na moda, nos brinquedos infantis e até mesmo no comportamento ditado como ideal para cada gênero. Esse dualismo é errôneo e foi construído historicamente com o passar dos anos, mas pode ser desestruturado e abrir novas oportunidades de escolha livre dos padrões instituídos.


  Em segundo plano, é válido ressaltar que, o Darwinismo social é uma ideologia que prega a superioridade da raça branca. De fato, nas telas a representação é condizente com esse pensamento quando se retrata negros, latinos e asiáticos como inferiores, e assim, os diretores e escritores incentivam o preconceito. Como consequência disso, tem-se a perda de identidade cultural desses grupos, bem como uma representação negativa que pode incitar a xenofobia 


  Diante dos fatos supracitados, faz-se necessária uma maior atenção do governo à essa questão a fim de se romper com os estereótipos. Para tanto, cabe à Secretaria Especial da Cultura, órgão responsável pela produção e circulação das expressões culturais, veicular campanhas, por meio de plataformas midiáticas, que incentivem a população a buscar a realidade histórica sobre os grupos sociais por trás do que é retratado nos filmes. Ademais, é necessário que o Ministério da Educação incentive a desconstrução dos padrões de gênero desde o Ensino Infantil. Dessa forma, é possível romper com os rótulos estabelecidos socialmente e consolidar efetivamente os recursos gerados com a globalização.

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