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Escola sem partido e suas consequências na educação brasileira

Escola é instrumento de Estado, uma política que deve sobreviver independente de quem esteja no poder. Entretanto, o aluno não pode ser discriminado ou favorecido no âmbito escolar por discordar ou não do pensamento ideológico político de seus docentes, pois infringe o princípio constitucional de neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado, previsto na constituição federal. Assim, surge um problema com enorme sequelas na sociedade.


Em primeiro lugar, na educação básica, a capacidade de discernimento do aluno é baixa, tornando vulnerável ao pensamento político do docente. Formando uma possível sociedade unilateral, o que é oposto ao pensamento do filósofo iluminista Rousseau, que defendia que deveria existir democracia. O que é inadmissível que o professor use sua influência para favorecer ou não o aluno por causo de seu pensamento político.


"O homem é aquilo que a educação faz dele", disse filósofo Imannuel Kant. Nessa perspectiva, a educação é uma exigência da vida em sociedade, é possível dizer que para que aja o convívio em sociedade é preciso de democracia, o que torna inaceitável o direito inferido previsto na constituição federal de livre manifestação do pensamento.


Portanto, o Estado, deve garantir o direito de livre manifestação do pensamento, através da criação de leis para termos escolas públicas e privadas sem partidos políticos, que adotem o pluralismo de ideias e que se aplique multa para aquelas que não cumprirem. Desse modo, o Brasil, deve superar o problema.

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