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Erradicação da fome

Desde os processos denominados "Revoluções Industriais? e ascensão do capitalismo, as pessoas vem priorizando demasiadamente produtos de mercado em detrimento de valores humanos essenciais. Desse modo, como reflexo da prática capitalista, a insegurança alimentar no Brasil encontrou terra fértil nas desigualdades sociais proporcionadas pela prática capitalista. Nesse âmbito, para que uma sociedade integrada seja alcançada, deve-se analisar dois fatores: as raízes históricas e o descaso do Estado.
Convém ressaltar, em primeiro plano, que a questão da fome no país remonta um legado histórico. Nesse contexto, é valido citar os planos desenvolvimentistas do governo JK e o "milagre brasileiro? durante a ditadura militar que, apesar do crescimento econômico, acentuaram ainda mais as desigualdades, porque não foram estendidos aos brasileiros em sua totalidade. Infelizmente, o problema da fome persiste até os dias atuais devido a um passado excludente.
Além da questão histórica, a inércia do governo também influencia essa problemática. Para o pensador iluminista Jonh Locke, cabe ao Estado mediar as relações sociais e garantir a saúde nacional, no entanto, a ineficiência das políticas públicas para a redução das discrepâncias de renda comprometem o resultado proporcionando uma ruptura com os conceitos do contratualista inglês. Sendo assim, a violação do "contrato social? se dá com a parcimônia dos entes públicos, evidenciando a incapacidade do governo no que tange o cumprimento dos princípios constitucionais de manter a paz, o bem-estar social e a dignidade dos brasileiros e estrangeiros residentes no país.
Portanto, para que os princípios constitucionais não sejam apenas uma aspiração teórica da lei, mas uma realidade atual, o MEC, com o apoio da sociedade, deve promover debates e palestras, para alunos do ensino médio, com pessoas que superaram o problema da insegurança alimentar, bem como especialistas no assunto. Tais medidas devem ser transmitidas nas redes sociais e site do ministério com o objetivo de trazer mais entendimento sobre o tema. Ademais, é preciso que a comunidade brasileira olhe com mais otimismo para a diversidade, pois, como defendeu Hannah Arendt: "a pluralidade é a lei da terra?.
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