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Epidemia de sífilis no Brasil

A geração do medo, marcada pelo pânico em ver grandes ídolos e artistas como Cazuza e Renato Russo morrerem vítimas de doenças sexualmente transmissível contribuiu com o controle dessas infecções no mundo do século passado. Hoje, as gerações desenvolvidas em meio ao avanço das drogas de controle e a flexibilização das relações sexuais na era digital deram condições para o reaparecimento e o crescimento de doenças até então controladas como a sífilis que traz consequências sociais e econômicas para o Brasil. Nesta ocasião, promover ações para retomar o controle de DSTs é dever de uma nação democrática.
É válido analisar, primeiramente, a superação do medo social e institucional como motor dos novos casos de DSTs. O fim do controle social pelo medo devido a informação e os tratamentos revolucionários de doenças como a AIDS levaram a formação de uma mentalidade sem o medo da década de 80, aliado ao relaxamento e a falta de inovação de políticas de prevenção e controle do governo federal formou condições ideais para o surto de sífilis e AIDS no Brasil.
Assim, deve ser analisado as consequências da liberdade sexual no mundo moderno. O avanço da farmácia e a melhoria do sistema de saúde não garantiram a erradicação da Sífilis que com seu crescimento sobrecarrega o sistema de saúde e compromete toda a vida social e econômica do indivíduo, que sofrem com o pré conceito e tem sua capacidade autônoma reduzida devido aos desgastantes tratamentos, além de afetar as futuras gerações como é o caso das transmissões congênitas.
Fica claro, portanto, que as práticas de controle se tornaram anacrônicas e devem ser atualizadas para barrar o aumento dos casos. Assim, o Ministério da saúde deve fazer bom uso dos recursos e investir em propagandas atualizadas, que envolva as novas mídias digitais apontando os perigos nas práticas sexuais a fim de combater o problema no cotidiano das pessoas. Ademais, um projeto de educação deve ser executado pelas escolas, que inclua o estudo de DSTs ainda no ensino fundamental para que o controle seja feito pela consciência e o caráter individual, amparado sempre pela mídia, que amplie o público alvo para reforçar a informação de um numero maior de pessoas.
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