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Epidemia de sífilis no Brasil

A sífilis é uma doença muito antiga na história humana, fazendo inúmeras vítimas no século XV, porém, voltou a ceifar humanos em pleno século XXI.Tal fato deve-se, sobretudo, a falta de utilização de preservativos nas relações sexuais e pode provocar a seleção de bactérias mais resistentes a antibióticos. Neste âmbito, vimos que devemos impedir que surja uma nova epidemia.
Em primeiro lugar, vale ressaltar a importância do uso da camisinha. O preservativo, seja masculino ou feminino, é o único método contraceptivo que impede a propagação de DSTs, sendo, portanto, obrigatório em todas as relações, mas vemos que isso não tem acontecido. O que tem levado ao aumento do número de casos de sífilis em 19%, apenas no ano de 2015, nos EUA, segundo o Centro de Controle de Doenças.
Somado a isso, devemos notar a falta de responsabilidade em relação aos antibióticos. Com o uso desenfreado dos antibióticos, a pressão seletiva sobre as bactérias aumenta, levando a seleção de populações mais resistentes, o que pode resultar em superbactérias imunes aos antibióticos atuais. Tal fato já aconteceu com à gonorreia, segundo à CNN, 3 pessoas já possuem essa doença de forma incurável e estima-se superbactérias vão ceifar 10 milhões de pessoas até 2050, se nada for feito a respeito.
Portanto, fica notório que devemos impedir que novas epidemias surjam. O governo, junto à mídia e ONGs devem espalhar cartazes, fazer propagandas televisionadas e palestras a respeito da importância do uso preservativo, sobretudo entre os jovens, impedindo assim a disseminação da doença. O ministério da saúde deve controlar melhor a distribuição e punir a venda indiscriminada dos antibióticos, para evitar o surgimento de superbactérias. Assim, diminuiremos o número de mortos até 2050.
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