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Epidemia de sífilis no Brasil

Segundo o filósofo Platão, " o importante não é viver, mas viver bem". Destarte, é perceptível uma parcela da sociedade consegue ansiar tal máxima, haja vista que estão sofrendo com a sífilis. Essa conjunção vem ocorrendo por inúmeros fatores que estão atrelados tanto por via sexual e também da mãe para o filho, durante a gravidez.


A priori, é imperioso ressaltar que a sífilis é classificada em três tipos: sífilis congênita, sífilis gestacional e sífilis adquirida. Dados do Ministério da Saúde mostram que o Brasil está passando por uma grande epidemia de sífilis. Segundo o G1 os casos de sífilis aumentaram em 5.000% no Brasil o aumento dos casos da doença preocupa especialistas, a falta de tratamento pode causar cegueira, demência e más formações, no caso de fetos. Em meio a isso entende-se que a sífilis é um problema que deve ser discutido e cada vez mais divulgado pelas mídias, escolas, universidades e também no ciclo familiar, sendo assim algo que deve ser analisado e que se torne mais notável a importância e a real consequência da causa no cenário hodierno.


Cabe mencionar, ainda, que no mundo todo existe tratamentos efetivos para a sífilis, mas menos da metade dos pacientes conseguem tal máxima, em alguns países metade da população recebe ajuda médica. Além disso dados do Ministério da saúde afirmam que o Rio de Janeiro é o estado Brasileiro com mais casos de sífilis, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do RJ, mais de 40% das mulheres que têm a doença e só descobre na hora do parto, curetagem ou aborto, a doença causa graves danos ao feto, que pode acabar não resistindo. O SUS vem enfrentando dificuldades, para combater a sífilis, falta de recursos, falta de profissionais capacitados e ainda existe uma resistência com relação à penicilina, tanto por parte do paciente quanto de alguns profissionais de saúde, muitas vezes mal orientados.


Em suma faz-se imprescindível a premência de medidas para combater o problema supracitado. Para isso, concerne ao Ministério da Saúde junto ao Ministério da Educação, investir em ações que promovam a conscientização da população com a criação de palestras, campanhas e aprofundamento em aulas de biologia enfatizando a educação sexual para as crianças e adolescente a fim de orientar e precaver os riscos da sífilis. Ademais cabe ao Poder Público, maiores investimentos no SUS e em postos de saúde com o intuito de melhorar o atendimento e contratando profissionais qualificados, são meios indispensáveis a garantia de saúde para a população. Garantindo assim caminhos para o combate a sífilis serão alcançados.


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