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Ensino tradicional x Escolas inovadoras
O filósofo Paulo Freire defende em uma de suas obras que a educação deve ser um agente ativo na formação de senso crítico de cada aluno. Porém, a visão dele não é a realidade do ensino brasileiro, que está caminhando de forma retrógrada para uma evolução. Visando isto, deve-se apontar a negligência do poder público em relação à educação e as técnicas de aprendizagem infuncionais como principais causadoras desta problemática.
O poder público é o maior culpado pelo ensino saturado no Brasil. Desde o século XVI, quando começou o período colonial, as autoridades sabem que, para continuarem em altas posições, precisam de uma sociedade cega, surda e muda perante aos problemas nacionais. E a educação proporciona o contrário: ela desenvolve a capacidade crítica e o caráter pessoal da população. Em razão disto, o governo negligência e nega os recursos necessários para aulas que incentivam as qualidades citadas e consequentemente os alunos são desinformados e passivos a tudo que ocorre politicamente e socialmente.
Atrelado ao poder público, as técnicas de aprendizagem utilizadas nas escolas são um grande fator para a situação educacional brasileira. Os professores, dado ao péssimo planejamento cronológico proposto por órgãos de poder e a falta de matéria prima disponível, não conseguem arquitetar aulas inovadoras, e ficam presos às tradicionais lousas cheias e apresentações longas em auditório, como já foi publicado há 24 anos atrás por um professor estadunidense, que dizia em seu artigo que o ensino tradicional é insuficiente para o aprendizado dos estudantes. Por conseguinte, alunos não absorvem o que é passado de forma massacrante e não conseguem formar opiniões e entender provas que exigem conteúdo "aprendido".
Portanto, expondo os problemas citados, é visível a necessidade de ações. Professores devem, com o apoio da gestão escolar e grêmios estudantis, promover aulas abrangedoras, com debates sobre questões políticas e sociais, para a formação crítica dos alunos. Cabe aos grêmios a criação de eventos mensais, com os recursos disponíveis e patrocinados por comércios próximos da escolas, para informar os estudantes de diversos assuntos, como a semana da leitura, da matemática, da história, da reciclagem, da tecnologia, etc, e trazer voluntários para palestrarem, de forma dinâmica e com jogos, sobre o assunto proposto pelo evento. Apenas assim, com o esforço dos alunos e de toda a comunidade, os alunos terão chances de aprender e formar o senso crítico de forma inovadora, divertida e englobadora.
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