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Ensino tradicional x Escolas inovadoras
Um dos principais fatores que é muito discutido na contemporaneidade é a questão do atual modelo de ensino presente nas escolas. Dentre os vários aspectos que tornam essa questão uma problemática, pode-se destacar a arcaicidade do ensino tradicional e a desmotivação por parte dos alunos.
Antes do advento e popularização da internet, as escolas tinham um papel social e educacional evidente, pois eram uma das únicas fontes de informação acessíveis à sociedade. Porém, no atual mundo globalizado, as informações e fontes de conhecimento ampliaram-se absurdamente, possibilitando, por exemplo, que um aluno tenha, em casa, acesso a dados que, antigamente, só seria possível dentro da sala de aula. Paradoxalmente, o sistema atual de ensino não acompanha a evolução informacional, pois as aulas, geralmente, mantêm o mesmo modelo e padrão há décadas, desconsiderando as mudanças sociais e tecnológicas que ocorreram.
Consequentemente, vários alunos sentem-se desmotivados, pois a dinamização e interatividade informacional com as quais estão acostumados não encontram espaço nas escolas. Segundo a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, o aprendizado é pautado em experiências e em questões práticas, tendo a motivação como base desse processo. Seguindo este raciocínio, torna-se evidente que a falta de uma aprendizagem baseada na autenticidade e no estímulo individual e coletivo dos alunos é uma falha imensa da educação tradicional.
Portanto, é imprescindível que, visando melhorias na educação, certas medidas ocorram. As faculdades de pedagogia devem, através da revisão de suas ementas, inserir disciplinas obrigatórias de neurociência em suas grades, com enfoque em questões de aprendizagem, possibilitando a formação de educadores com conhecimentos teóricos sobre técnicas educacionais inovadoras. Conjuntamente, buscando a aplicação prática dessas teorias, as escolas públicas e particulares, por meio das iniciativas governamentais e privadas, devem contratar estes pedagogos, realizando reformas educacionais que objetivem garantir uma maior participação dos alunos no processo de ensino. Desta forma, será possível criar modelos de aprendizagem que incentivem os jovens, valorizando um dos maiores bens da sociedade: a educação.
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