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Enfrentamentos da mobilidade urbana no Brasil

 O filósofo contratualista Jonh Locke defendia o direito de ir e vir dos homens. Contudo, no Brasil, esse direito parece não ser atendido de forma igualitária, pois no quesito mobilidade urbana, a maior parte dos brasileiros sofre varias dificuldades como: trânsito, superlotação nos transportes público e até alagamentos. Sobre essa perspectiva, fica claro que o problema surge do descaso do governo não só com a mobilidade pública, mas também com a parcela mais pobre da população.


 Primeiramente, cabe entender que o investimento nos meios públicos de transporte, é um grande passo para resolver o impasse supracitado. Sobre esse contexto, ao analisar o plano de metas – proposto pelo governo Jk na década de 50 -, verifica-se que uma de suas prioridades era o transporte, então, muito foi investido nesse meio, especialmente em ferrovias. Entretanto, mesmo sendo um meio de locomoção com vários benefícios (rapidez, baixo índice de acidente e etc), os trens não exercem um grande papel na mobilidade urbana brasileira, uma vez que várias linhas que transportavam passageiros deixaram de ter essa função, como é o caso da linha que vai do interior de São Paulo até o porto de Santos. Logo, esse fator corrobora o problema, visto que a população acaba optando por veículos pessoais, por conseguinte, há aumentos no trânsito, poluição e estresse. Tais fatos, demonstram que o descuidado com o transporte público, afeta o direito de ir e vir do povo.


Além disso, o descaso com as periferias deve ser discutido. Diante dessa perspectiva, o trecho da música “Alagados” dos “Paralamas do Sucesso”: “ A cidade com braços abertos no cartão postal, mostra os punhos fechados na vida real”, deixa explícita a triste realidade sofrida pela população carente do Brasil que ao mesmo tempo que vê seus governantes investido em obras desnecessárias como : fontes em praças, e grandes estádio de futebol, não enxergam melhorias no meio em que vivem, como é o caso do transporte, que vem sendo alvo de insatisfação e protestos, por exemplo o protesto do 20 centavos em 2013. Então, a população periférica – maior utilizadora dos transportes públicos – carece de atenção do governo.


 Portanto, a mobilidade urbana deve ser melhorada no país. Logo, cabe aos governos estaduais, por meio de verbas federais, fazer um grande investimento no setor ferroviário, construindo novos trilhos e reativando os antigos para transportarem o público, o que irá gerar não só uma maior comodidade às pessoas, como também reduzirá a superlotação das vias, diminuir o trânsito e melhorando a locomoção da população, propagandas sobre esses investimentos com slogan “ A era trem”, estimulará o apoio da sociedade. Medidas como essa, assegurarão o direito de ir e vir, defendido pelo Liberalismo de John Locke

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