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Enfrentamentos da mobilidade urbana no Brasil

     A industrialização e a urbanização são fatores que colaboram para a superlotação da população em um determinado espaço, esse que não possui a capacidade adequada para suportar a quantidade de pessoas presentes, denominado então como metrópole. Mediante o exposto, por conseguinte da indústria que provocou simultaneamente a fabricação de veículos individuais, bem como a migração do meio rural para o meio urbano de forma desordenada, ocasionou, consequentemente, problemas na mobilidade urbana no Brasil. Em vista disso, é imprescindível compreender os problemas e soluções do impasse referido.


   É notório a quantidade de acidentes causados no volante. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 1,3 milhões de pessoas são vítimas, por ano, de acidentes ocasionados por carros, motos ou outros veículos. Dentre os fatores contribuintes, é plausível mencionar, por exemplo, a falta de atenção decorrente do sono, a ingestão excessiva de álcool e a desobediência à sinalização. Ademais, mesmo com a implementação dos rodízios, que tem o intuito de diminuir a quantidade de carros circulando nas ruas, com o propósito de minimizar a quantidade de gás carbônico emitido, a poluição é outro fator preocupante na saúde brasileira.   


   Deste modo, foi executada a Lei da Mobilidade Urbana, uma política que passou a exigir que os municípios com população acima de 20 mil habitantes elaborem planos para planejar o crescimento das cidades de forma ordenada. Concomitantemente, o pouco uso das bicicletas é outro fator que deve ser revisto, sendo essa dificuldade, em consequência das poucas ciclovias implementadas, essas na maioria das vezes estreitas para dar espaços aos veículos automotivos. Paralelamente, as calçadas obtêm da mesma dificuldade, a falta de estrutura para o uso, bem como a ausência de incentivo para andar a pé, de bicicleta e pegar carona. Em decorrência de tal fato é inegável, medidas para promover tais hábitos.


  Em suma, a Prefeitura Municipal em conjunto com a Secretaria Espacial de Comunicação Social deve, não só construir mais ciclovias e calçadas mais largas, através de verbas, mas também cartazes que incentivem a população a adotarem medidas como andar de bicicleta e a pé, com o intuito de diminuir a quantidade de carros nas ruas. Outrossim, o Governo e a Polícia Federal devem implantar medidas e fiscalizações mais severas aos que desobedecem à sinalização e o consumo de álcool de maneira excessiva, com o propósito de minimizar a quantidade de acidentes por ano. Tais medidas visam contribuir para o enfrentamento da mobilidade urbana. 

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