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Enfrentamentos da mobilidade urbana no Brasil

  No limiar do século XVIII, o Iluminismo pregava que uma sociedade só progride quando seus cidadãos mobilizam-se para resolver o problema de outras parcelas do corpo social. Indo contra esse ideário, o brasileiro pouco tem feito para combater a problemática da mobilidade urbana. Isso é confirmado não só pelo caos urbano no trânsito, mas também pela ineficiência estatal em comedir esse problema citadino.


 A princípio, é crescente o número de congestionamentos no trânsito brasileiro, comprovando que essa quantidade é provocada, em grande parte, pelo não planejamento governamental para o crescimento da população e da frota automobilística. Tal fato é confirmado por uma reportagem do portal UOL, do ano de 2017, segundo a qual os investimentos nesse setor estão muito abaixo do necessário para solucionar o problema. De modo que, essa matéria termina por ratificar um juízo do filósofo Sócrates de que os “os erros são consequência da ignorância humana”, no caso, a ingerência governamental em resolver esse mal.


  Além disso, a falta de políticas públicas mais eficazes para mitigar os problemas na mobilidade urbana fere a Constituição Federal que há 31 anos prometia uma nação com viés de bem-estar social. Dessarte, o Estado não criou mecanismos eficientes para conter tal mazela nacional, expondo os cidadãos a um transporte público ineficiente e malhas viárias urbanas que não suportam o fluxo veicular diário, provocando congestionamentos constantes. Por conseguinte, o país atual encontra-se diferente daquele outrora idealizado na Carta Magna de 1988. Dessa forma, o Brasil fica distante desse modelo constitucional de nação.


  Portanto, a precária mobilidade urbana e as falhas nas ações de Estado que a maximiza devem ser combatidas. Nessa perspectiva, cabe ao Ministério das Cidades e Estados, por meio de resolução que gera aplicabilidade imediata, melhorar as malhas viárias urbanas e tornar o transporte público mais moderno e eficiente, a fim de minimizar esse problema citadino com mais qualidade de vida para a população. Ademais, deve-se veicular campanhas para incentivar a população a usar meios de transportes alternativos, como bicicletas. Assim, o Brasil será uma nação que segue a lei e os preceitos iluministas de sociedade

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