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Enfrentamentos da mobilidade urbana no Brasil

A (i)mobilidade urbana
Basicamente, todo filme futurista nos apresenta a cena dos carros voadores parados no trânsito aéreo, nos fazendo pensar que não importa o quão avançados seremos, mas sofreremos com a mobilidade urbana pelos mesmos erros: o crescimento desordenado das cidades, a dependência de veículos automotores e a concentração de habitantes nas metrópoles.
A cidade de Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, é um exemplo de município que cresceu desordenadamente. Sendo uma cidade cujos habitantes realizam movimento pendular em sua maioria, ela não foi construída para abrigar tantos cidadãos0000 porém a cidade sofreu um grande inchaço populacional, fazendo com que seja o lugar no Rio de Janeiro em que a população gasta mais horas no trânsito, segundo levantamentos. Niterói é considerada uma cidade de pequeno porte e isso não foi levado em conta pelas imobiliárias e construtoras que subiram prédios em uma frequência incansável, visando apenas o lucro.
Outro problema agravante sobre a mobilidade é o fato do Brasil ser um país independente do transporte rodoviário. Numa metrópole como o Rio de Janeiro, há apenas 2 linhas de metrô, enquanto Nova York e Tóquio tem mais que o dobro de linhas. Isso ocorre porque as empresas de ônibus no Rio detém muita influência econômica e política, dificultando o fomento de alternativas à mobilidade urbana.
Se não quisermos acabar como as distopias futuristas hollywoodianas, devemos escolher representantes políticos que proponham desenvolver linhas de metrô, ciclovias, entre outras alternativas, que são pífias atualmente no país, e que estejam preocupados em incentivar os municípios menos povoados a crescer, através da criação de pólos tecnológicos, universidades e até incentivo para que empresas privadas se instalem no local, gerando empregos e tecnologias.
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