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ENEM 2016 - prova 1

O movimento Iluminista, que aconteceu Europa do século XVIII, um movimento de pensadores e filósofos da época, promoveram reflexões sobre a relação Estado e Igreja. A França, de Luis XVIII, influenciada por esse movimento questionador, sentenciou a morte de vários padres na Revolução Francesa. Hoje, no Brasil, a problemática de cunho intolerante surge quando há uma alimentação de pensamentos segregacionistas dentro e fora do seu nicho e quando há uma inconsistência legislativa.
A priori, é possível percebermos que essa circunstância deve-se a uma construção no âmbito pessoal. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coercitiva de agir e de pensar. De maneira análoga, os indivíduos são influenciados a seguir uma doutrina de pensamentos que são ditados por alguém considerado de bom intelecto. As crianças, por exemplo, por não terem o seu senso crítico aguçado, acabam reproduzindo o que lhes foi dito, assimilando o trama como única verdade. Tal conjuntura é relativizada por uma radicalização de partes mais conservadoras da sociedade e que conjugam essa segregação na primeira instância da sociedade, a família, o que acarreta sério problemas.
Outrossim, vale ressaltar a inconsistência nas legislações que criminalizam a intolerância religiosa. Por muito tempo o Estado Brasileiro considerou-se monoteísta cristão, e a elaboração do Estado laico foi de extrema relevância para a funcionalidade do país, tendo em vista sua grande diversidade de cultural. No entanto, apenas uma escritura não impedirá a intolerância intrínseca à sociedade. Hoje, somente as delegacias comuns não dão conta da demanda por toda a sociedade. É válido, então, dissertarmos algumas medidas com um caráter eficaz para amenizar o problema.
Fica evidente, portanto, que medidas devem ser tomadas para atenuar o impasse. A fim de atenuar isso, as escolas deveriam elaborar palestras e discussões acerca das diversidades religiosas existentes no país, assim, o pensamento monoteísta e segregacionista será desconstruído desde a formação do indivíduo. Uma outra ação, também, partiria do Estado legislador com a elaboração de delegacias especializadas no combate da intolerância religiosa, haja vista a grande demanda do país sobre o assunto. Por último seria importante a elaboração uma elaboração mais severa para os opressores, partindo desde pagamento de cestas básicas às vítimas até sentença de prisões. Assim, a problemática da intolerância religiosa não será mais vista no Brasil.
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