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ENEM 2016 - prova 1

Ao despontar-se como potência econômica mundial, espera-se que as mazelas sociais sejam atenuadas pelo poder público, entretanto, observa-se que no Brasil a intolerância religiosa está ligada à realidade do país, seja pela lenta mudança na mentalidade social, seja pela insuficiência de leis, o que reflete um cenário desafiador.
Primeiramente, vale analisar que a Constituição do Brasil garante a liberdade de escolha da religião que cada cidadão quer seguir. Porém, mesmo que se viva em uma nação com livre decisão, ainda há muito preconceito e discriminação em relação às diversas religiões, especialmente as afro-brasileiras que foram trazidas pelos escravos africanos durante o período de escravidão no país.
Ademais, segundo a Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, até Julho de 2014, mais de 10% dos episódios relatados envolveram violência física e a cada mês são registradas aproximadamente 10 denúncias de fiéis, e as que possuem maior número de denúncias são as afro-brasileiras, evangélica, espírita e católica. A biologia já comprovava que ao contrário do que defendia Darwin, nem sempre é o mais forte quem sobrevive. Neste caso, a sobrevivência está do lado daqueles que têm informação para aceitar as variadas religiões que compõem a nossa sociedade.
Torna-se evidente, portanto, que esse problema deve ser discutido e debatido. Escolas devem estimular a criticidade das crianças e adolescentes atráves de panfletos e palestras educativas. A mídia deve passar comercias com o número do disque denúncia, a fim de estimular os cidadãos a denunciarem qualquer ato de intolerância religiosa.
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