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Educação sexual e infância

Apesar da livre circulação de informações sobre sexualidade, a temática ainda é vista como um tabu na saciedade. Entretanto, a desinformação sexual está em todos os lugares e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional não define nenhum parâmetro para a educação sexual nas escolas. O que possibilita analisar a necessidade de se abordar o tema não só para evitar a gravidez na adolescência e IST'S (Infecções sexualmente transmissíveis), mas também identificar abusos sexuais.
Em primeiro lugar, tratar sobre educação sexual em sala de aula não é ensinar a prática do ato, mas tornar a criança e o adolescente mais consciente e responsável com o seu corpo. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, em 2018, 27% dos estudantes do 9° ano do ensino fundamental já tiveram relações sexuais. Isso ratifica, a instância de uma reformulação na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para que as escolas possam dissertar sobre o assunto de forma qualificada e eficiente, uma vez que muitas famílias não possuem informações para uma correta orientação.
Ademais, levar a educação sexual as salas de aula além da esfera privada evita e identifica possíveis casos de abusos sexuais. Segundo a UNICEF (Fundo internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância), 9 em cada 10 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes são cometidos por parentes. Nesse âmbito, verifica-se a imprescindibilidade de juvenis entrarem em contato com conceitos de proteção, consentimento e toques proibidos, para que obtenham conhecimento das formas que um abuso pode apresentar e assim alertaram sobre prováveis injúrias a seus corpos.
Em vista disso, a educação sexual faz-se necessária para o rompimento e combate de tabus ainda proeminentes no corpo social. Portanto, é indispensável que o Governo Federal, por meio de políticas públicas, introduza no currículo escolar uma matéria voltada para a educação sexual, adequada a cada faixa etária, oferecendo assistência e capacitação necessária aos educadores. Com o fito, de formar cidadãos mais integrais e conscientes a respeito de seus corpos.


 

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