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Educação sexual e infância

Abuso sexual. Gravidez na adolescência. Violência doméstica: males que poderiam ser evitados se a educação sexual fosse abordada desde a infância nas escolas brasileiras. Porém, o tema ainda é um tabu no país. Nesse sentido, medidas devem ser realizadas para desmistificar a temática.


Segundo pesquisa da Datafolha, 54% da população é a favor que educação sexual seja tratada nas escolas do país. Contudo, o assunto é pouco abordado nas salas de aula, sendo tratado apenas como um programa de saúde. Por conseguinte, não equipa crianças e jovens com conhecimentos, habilidades e atitudes para vivenciarem sua saúde, garantir sua dignidade e bem-estar. Como resultado, deixa esses menores a mercê de vários perigos, como, por exemplo, abuso sexual.


Além disso, vale ressaltar que, segundo a ONU, orientação sexual é um direito humano. Diante disso, pais e responsáveis devem garantir esse direito a seus filhos, abrindo espaço para dialogar sobre o tema. Entretanto, isso não acontece. Por consequência da falta de diálogo, o médico e educador sexual, Jairo Bouer, aponta que a grande parte dos jovens adquirem ansiedade e insegurança, e não conseguem desenvolver relacionamentos sociais e sexuais saudáveis.


Torna-se evidente, portanto, que medidas devem ser adotadas para quebrar o tabu sobre educação sexual no país. O Ministério da Educação, através de aulas por meio de palestras, com orientadores sexuais e pais de alunos presentes, deve inserir a disciplina de educação sexual nas escolas, com o objetivo de desmistificar o tema e construir o respeito ao corpo. Com isso, os males oriundos da falta de informação sobre o assunto serão evitados.

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