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Educação inclusiva no Brasil

Na obra cinematográfica de 2017, Extraordinário, é narrada a história de Auggie, um menino com deformidade facial, na qual entra no âmbito escolar e que vive momentos de bullying, exclusão e torturas psicológicas por partes dos outros alunos da instituição. Fora do drama, as situações vivenciadas pelo garoto são evidentes no território nacional, que na qual dificulta a educação inclusiva no Brasil. Desse modo, procura-se entender de que maneira a negligência estatal e o comportamento social atuam para o aumento desse entrave.


Em primeira análise, é lícito postular o descaso estatal, em figura da educação, como impulsionador desse revés. Consoante ao pensamento de John Locke, o Estado tem função de garantir que os cidadãos gozem de direitos imprescindíveis. No entanto, ao analisar que nas escolas brasileiras não apresentam profissionais com a especialidade de ensino para educação inclusiva, é notório que as pessoas com deficiências têm maior déficit ao aprender. Logo, tal carência do ensino pode prejudicar esses habitantes com a formação do pensar e do senso crítico no futuro.


Ademais, outro fator a salientar é o comportamento social. Certamente, a sociedade brasileira do século XXI é acometida de preconceitos sobre pessoas que não se encaixam no padrão de “perfeição” que é imposto aos indivíduos, em especial cidadãos com deficiências ou deformidades, que segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é cerca de 6,7% da população. Entretanto, mesmo com essa parcela da nação provida de necessidades, eles ainda são excluídos no corpo social que dificulta a interação social e para as crianças pode provoca uma evasão escolar. Assim, os sujeitos que sofrem bullying e exclusão, como Auggie no filme Extraordinário, podem crescer com algum distúrbio mental, prejudicando ainda mais a sua vida adulta.


Urge, então, medidas para atenuar essa problemática. Portanto, cabe as mídias, promoverem vídeos e anúncios em tvs e mídias sociais como o intuito de conscientizar os habitantes para não cometem exclusão ou bullying com deficientes. E também, cabe ao Ministério da Educação, órgão responsável por promover a equidade e qualidade de ensino pela nação, promover a implementação de profissionais direcionados para pessoas com deficiências em todas os estabelecimentos de ensino, por meio de investimento direcionados as diretrizes escolares, com o intuito de diminuir gradativamente problemas relacionados a educação inclusiva no país. Desse modo, tentar evitar que as ações e problemas que Auggie vivenciou, não sejam restauradas para os seres da nação.

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