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Educação inclusiva no Brasil

 A Constituição Federal de 1988 propõe a igualitária educação para todos os cidadãos brasileiros no âmbito social e familar. Tal aspecto é evidenciado no artigo 205.º, o qual assegura esse privilégio dado à cidadania através do Estado. Todavia, esse direito é imperceptível na prática, o que favorece a exclusão dos deficientes no ambiente estudantil. Isso se deve, sobretudo, à ínfima inclusão dessa parcela e à insuficiência tolerância por parte da sociedade.


 


 Nesse viés, é necessário ressaltar que a deficitária e excludente educação enraizada no Brasil resulta na má formação educacional desse grupo. Sob esse aspecto, os deficientes são restritos da aprendizagem desde os primórdios escolares, haja vista a deturpada inserção deles nos locais estudantis. Contudo, a perpertuação do fator supracitado rompe o "Contrato Social" proposto pelo contratualista Thomas Hobbes, que afirma que o Estado deve garantir a todos os cidadãos o bem-estar social. Seguindo essa linha de raciocínio, mesmo após avanços nos direitos desses seres humanos, a falha incorporação dessa parcela no meio escolar compromete o futuro deles no meio trabalhista. Diante disso, políticas públicas eficazes tornariam possivelmente uma regressão desse quadro deletério.


 


 Ademais, a exclusão desses indivíduos por parte da sociedade ocasiona no desequilíbrio harmonioso que, muitas vezes, é suficiente para desconstruir uma igualdade há muito tempo prezada. Acerca disso, na Grécia Antiga, em Atenas, as pessoas com necessidades especiais eram colocadas, recém-nascidas, em uma vasilha de argila e abandonadas por serem vistas como "aberrações" naquela época. Sob esse prisma, no contemporâneo, é perceptível a deturpada aceitação da população com esses portadores de deficiências, uma vez que não se adequam ao "padrão" exigido pela majoritária associação, tanto no meio social quanto no educacional. Esses, carecem de uma notória atenção, assim, ao fazer uma análise da sociedade com a perspectiva de Lévi-Strauss, nota-se que tal deficiente não recebe a devida valorização de forma plena, porque as suas limitações escolares e a sua inclusão social são vistas como uma obrigação pessoal, sendo que esses direitos e deveres, na realidade, permanecem no papel.


 


Portanto, diante dos aspectos conflitantes relativos à educação inclusiva na sociedade brasileira, cabe ao Governo Federal aliado ao Ministério da Educação (MEC), por intermédio das famílias e da capacitação de docentes na grade curricular, incentivar o reforço nas escolas, com o fito de haver um interativo e respeitável desenvolvimento dos deficientes, para que, futuramente, eles possam ter maior acessibilidade no ramo laboral. Outrossim, o Ministério da Cidadania deve, mediante a criação de leis, impor o amplo respeito com esses cidadãos, com a finalidade de construir uma sociedade mais justa e harmoniosa. Desse modo, espera-se que o legado inclusivo assegurado pela Carta Cidadã seja duradouro e presenciado na contemporaneidade.

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