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Educação inclusiva no Brasil

A Constituição de 1988 garante à todos o direito à educação e afirma como um dever do Estado. Contudo, as singularidades físicas e mentais da população que abrange esse direito, são tratadas como um todo e universais. A idéia empregada não é a de distinção dos direitos e muito menos a criação de uma "Constituição especial", mas sim do cumprimento dos direitos respeitando as diversidades e não encarando a população como um padrão inalterável. Tendo em vista a clara propensão das dificuldades educacionais, sobretudo, à inclusão, cabe analisar os fatos a seguir.



 Em primeiro lugar, a educação inclusiva possui como objetivo a garantia de que todas as crianças sejam respeitadas e se sintam parte do todo. Além disso, as escolas inclusivas proporcionam diversos benefícios sociais como, o respeito à diversidade, empatia, melhorias no rendimento acadêmico, desenvolvimento sicial, entre outros. Ademais, no Brasil, a regulamentação desse benefício se faz presente no artigo 208 da Constituição Federal de 1988 com o intuito de que esse direito seja garantido, ou seja, comprovando mais uma vez a inclusão como um direito Constitucional.



 Sob outro prisma, a ausência do cumprimento desse direito na educação, retrata diversos danos tanto no ambiente escolar quanto no social. Nesse mesmo sentido, o livro Extraordinário relata a vida de uma criança portadora da síndrome de Treacher Collin que ao decidir deixar de estudar em casa enfrenta diversas adversidades, entretanto, tais quais são de cunho social com o estranhamento de seus colegas com o "novo" que deveria ser o habitual. Ainda que, Auggie não tenha sofrido advergências intelectuais, pois era mesmo um ser extraordinário, essa realidade se abrange em dobro aos que não portam essa peculiaridade. Consequências como a baixa autoestima, superestimação de sua capacidade, bullying e até mesmo depressão são relatos das vítimas da falta de inclusão.



 Em resumo, nota-se o grande poder que uma educação inclusiva exerce sobre a vida da população como um todo. Nesse sentido, cabe ao conjunto social a cobrança e monitoriamento das escolas que não cumpram com os seus deveres inclusivos, já que estes possuem uma relação mais diária com as instituições de ensino. Por meio de disque, sites e redes de denúncia que devem ser criados e elaborados pelo Ministério da Educação, órgão responsavel pelas instutuições de ensino, com o intuito de que a união entre a política e a sociedade façam com que a garantia desses direitos sejam assegurados mais efetivamente.

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