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Educação inclusiva no Brasil

      A Constituição Federal de 1988, garante no seu artigo 6º, o direito a educação, saúde, lazer e bem estar social como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se realizado na prática, quando se observa a exclusão social e educacional de indivíduos portadores de alguma deficiência ou doença no Brasil hodierno. Diante dessa perspectiva, faz-se mister a discussão acerca das problemáticas que corroboram com essa situação deletéria, como a falta de ações governamentais e o preconceito da sociedade, visando assim, possíveis medidas para combate-las.


     Em primeiro plano, é fulcral pontuar que a falta de inclusão na área educacional deriva da baixa atuação do Estado, no que tange a criação de medidas que coíbam tais recorrências. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como violação do ´´contrato social´´, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos com comorbidades desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, que lamentavelmente é a realidade do Brasil.


      Ademais, é fundamental pontuar o preconceito da sociedade como impulsionador da exclusão social no país. Nesse sentido, a obra do autor Thomas More, ´´Utopia´´, retrata uma sociedade perfeita, livre de preconceitos e exclusão social. Contrariamente ao exposto, o Brasil está longe de alcançar a Utopia de More, quando se leva em consideração a discriminação na população para com os indivíduos que portam alguma deficiência. Logo, é imprescindível a reformulação da postura dos brasileiros.


     Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é fundamental que o Ministério da Educação, órgão responsável pelo desenvolvimento educacional do país, crie projetos nas escolas de todos os municípios, através de mecanismos apropriados para abranger os tipos de deficiências com o auxílio de profissionais qualificados, para que os indivíduos possuam acesso à educação independente da sua limitação física. Outrossim, é de suma importância que as mídias e redes sociais aumentem a quantidade de propagandas e postagens mostrando a importância e exemplos da inclusão com o intuito de desmitificar esse preconceito no país. Só assim, tornaria possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Constituição Federal.

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