O CUPOM VOUPASSAR35 É VÁLIDO POR: dias horas minutos segundos

Educação inclusiva no Brasil

 No seriado norte-americano “Atypical”, o personagem “Sam Gardner” é portador do transtorno do espectro autista e, por conta de suas condições fisiológicas, sofre constantes ataques em sua escola “regular”, a qual não possui qualquer tipo de preparo para alunos deficientes. Fora da ficção, esta é a realidade de uma grande parcela de indivíduos deficientes que, ao frequentarem escolas ou universidades despreparadas, são vítimas de ataques brutais. Neste âmbito, a falta de conscientização perante as dificuldades enfrentadas por diversos alunos no aprendizado e a ineficácia dos investimentos são os principais motivos para a educação não ser, da maneira apropriada, inclusiva. 
 
 De maneira inicial, é possível verificar que o número de estudantes que necessitam de um tratamento escolar adequado aumenta, intensamente, ano após ano. Segundo o noticiário “BBC English”, a taxa de adolescentes que, por serem portadores de qualquer deficiência, são vítimas de agressões psicológicas e físicas em seus ambientes escolares cresce, desde 2003, cerca de 11% ao ano, além do mais, o mesmo noticiário ressalva que o despreparo estrutural de tal escola e a falta de conscientização dos outros alunos perante os deficientes motivam estes ataques. Por isso, a falta de conscientização sobre as dificuldades no aprendizado dos alunos especiais é um dos principais fatores que impossibilita a inclusão educacional nos ambientes escolares.

 Em segundo plano, nota-se uma despreocupação por parte dos órgãos governamentais e por parte dos mestres de classe acerca de possíveis idealizações perante uma melhoria na qualidade de ensino dos deficientes. De acordo com o jornal “OGLOBO”, os investimentos governamentais repassados para o âmbito escolar e, consequentemente, às causas deficitárias, caem, ano após ano, desde 2011 em razão, conforme divulgado pela mídia, da falta de verba, ou seja, a qualidade do ensino de deficientes é, profundamente, afetada por conta da falta de investimentos. Logo, a falta de investimentos governamentais no setor educativo propicia a ineficácia da educação inclusiva no país. 
 
 Diante disso, é necessário, urgentemente, realizar as devidas inclusões no setor educacional. Portante, cabe ao Ministério da Educação e ao Ministério da Justiça buscar e punir, por intermédio de fiscalizadores municipais e por profissionais escolares, possíveis indivíduos que agridem, de forma verbal ou física, os alunos deficientes, tendo como objetivo encerrar com tal prática no Brasil. Além disso, é necessário conduzir parte da verba federal para a construção de escolas direcionadas, somente, para indivíduos portadores de alguma deficiência a fim de reduzir o número de ataques contra estes alunos no país. Somente assim, casos como de “Sam Gardner” não ocorrerão. 

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!