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Doação de sangue no Brasil

Dentre os inúmeros problemas que o Brasil apresenta, os desafios da doação de sangue é um problema recorrente nos hemocentros brasileiros. Entre as causas mais comuns, a falta de informação influencia no desconhecimento da importância de doar sangue. E não menos importante o não hábito de conceder o sangue corrobora para a ausência de bolsas disponíveis nos hemocentros.
Ao acontecer uma tragédia, a sociedade se mobiliza para enviar vários tipos de ajuda, como mantimentos e água potável, mas acaba por não se atentar ao fato da existência de vítimas com a necessidade de receber sangue. Os mitos que foram criados sobre a doação de sangue impedem por vezes que algumas pessoas doem, há pessoas que acreditam que se doarem uma vez, vão ter de doar sempre. Outras consideram que doar sangue engorda e ainda existem aquelas que temem contrair alguma doença infecciosa durante a coleta.
Além disso, a doação de sangue realizada por homossexuais é um obstáculo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, os cidadãos que têm relações homoafetivas constituem o chamado grupo de risco, devido à epidemia do vírus da HIV, nos anos 80. Neste sentido, o Brasil exclui a doação de homossexuais que tenham realizado sexo até o prazo de 12 meses. Entretanto, a orientação sexual não pode ser o critério de seleção, mas sim a condição de saúde dos indivíduos, uma vez que o vírus HIV também é transmitido por heterossexuais. Com isso, tal grupo fica à margem de exercer a solidariedade e salvar vidas.
Diante desse cenário alarmante dos desafios da doação de sangue, é necessário que o governo juntamente com o Ministério da Saúde continue promovendo campanhas informativas, através das redes sociais, entrega de panfleto e cartazes, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre doar sangue e desfazer os mitos que foram criados em torno do assunto em questão. A mudança nas diretrizes sobre a doação por parte dos homossexuais e maior investimento em tecnologias que controlem a qualidade do sangue que irá ser doado. A mídia, em parceria com a escola, deve realizar campanhas para a informação, desde a infância, com o objetivo de criar um hábito já na vida adulta.
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