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Doação de sangue no Brasil

Locomotiva do regresso
No auge da epidemia de AIDS, ocorreram pesquisas e avanços científicos para solucionarem a falta de sangue nos estoques, foram criadas alternativas para a transfusão. Como equipamentos e maquinários, que recupera o próprio sangue do paciente. Mas ainda assim, destaca-se, sem dúvidas, a doação de glóbulos vermelhos como a principal maneira de tratar dos doentes da sociedade brasileira. Infelizmente, não possui-se essa cultura. A precarização no sistema de saúde, falta de empatia e homofobia, podem influenciar, significativamente, na falta de recursos medicinais.
Quase dois porcento da população doam sangue. Em decorrência, da falta de informação e incentivo para o voluntarismo, visto que, tais assuntos não são tratados de maneira recorrente nas escolas e nem mídias televisivas ou sociais. Observa-se ainda, que há apatia com um desconhecido, já que, a maior parcela da população só dispõem-se para este ato quando algum familiar necessita, o que dificulta o controle dos postos de coleta. Dessa forma, é de extrema importância que esta temática seja tratada nos estabelecimentos de ensino e saúde e o encorajamento de solidarização, no qual há a recusa, precarizando na reserva da substância que oferece vida, devido, encontrar-se cada vez mais insuficiente, pois se baseia, sobretudo, em medidas bastante imediatistas.
Na legislação diz: ?homens que tenham mantido relac?o?es sexuais com outro homem no u?ltimo ano na?o podem doar?. Tal situação atual exige atenção porque, antes de mais nada, fomenta o preconceito de orientação sexual, a rejeição de algo fundamental e quase inexistente, ou seja, amplia a crise de bolsas de sangue. Estaticamente, quase 80% dos homossexuais declaram que obtêm vontade de ofertar aos enfermos, se lhes fossem permitido. Além disso, torna-se cada vez mais comum o desperdício de materiais e a renúncia de investimentos para essa área, em razão de, equipamentos e maquinários interventivos são mais baratos que a própria transfusão. Dessa maneira, medidas eficazes referem-se não somente a reprimir os prejulgamentos, mas também a criar estratégias a fim de eleger benefícios.
Destarte, depreende-se que raízes históricas potencializam a crise na saúde pública. Torna-se imperativo que o Estado, na figura do Poder Legislativo, desenvolva leis de tipificação para que todos pertencentes de divergentes gêneros sexuais possam ajudar os desafortunados. Ademais, urge que a mídia, por meio de matérias jornalísticas, transmita e propague a relevância desse ato solidário, com propósito de elucidar e desmistificar receios populacionais. Outrossim, a escola deve realizar debates periódicos com especialistas desse tipo de extensão, a fim de instruir, imparcialmente, seus alunos acerca dos problemas correlacionados. Apenas sob tal perspectiva, poder-se-á respeitar diminuir, significativamente, com a falta de recursos medicinais, pois como proferido por Karl Marx: "as inquietudes são a locomotiva da nação."

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