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Doação de sangue no Brasil

A doação de sangue é uma questão que ainda precisa ser discutida no Brasil. Isso ocorre devido, principalmente, à falta de conscientização da população. Esse ato de cidadania consiste na retirada voluntária de tecido conjuntivo, isto é, sangue, de um indivíduo para ser usado em outro. Porém, segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 1,9% da população brasileira é doadora, o ideal seria uma porcentagem entre 3 a 5%. A maioria dos doadores realiza essa prática por questões pessoais, ou seja, quando um amigo ou parente necessita.

Nesse sentido, essa questão precisa ser debatida com urgência, pois o sangue é o elemento fundamental para a vida, não podendo ser sintetizado em laboratórios. À falta de conscientização, de hábito e de informação da sociedade são os fatores limitantes para a doação sanguínea.A grande parte dos doadores realiza essa prática somente por questões pessoais, ou seja, quando um amigo ou parente necessita. Falta informação para a população, pois, ainda existe o mito que o doador pode ser contaminado e que o sangue pode afinar ou engrossar.

Em conseqüência disso, médicos se veem obrigados a adiarem cirurgias e tratamentos que dependem do sangue. Nesse contexto, muitas vezes, os profissionais são forçados a escolher qual paciente receberá a transfusão primeiro e qual deverá esperar até que o estoque seja reposto. Os períodos mais críticos dos centros de coleta costumam ser os feriados prolongados, férias escolares e o inverno, pois gripes e resfriados são impedimentos temporários para doação.

Torna-se evidente, portanto, que medidas são necessárias para resolver o impasse. Com o objetivo de aumentar os estoques de sangue, é fundamental que o Governo, em conjunto com o Ministério da Saúde, realize periodicamente campanha de incentivo, por meio das emissoras de TV, redes sociais e outdoors, e que faça campanhas desmistificando o procedimento. É necessário que essa prática esteja inserida na cultura da sociedade, dessa forma, cabe ao MEC incluir na grade escolar essa temática desde os primeiros anos de vida, para que essas crianças se tornem possíveis doadores na idade adulta. Por fim, é essencial que ONG´s, em conjunto com secretarias de saúde, possam criar eventos que atraiam o público para a doação sanguínea. Dessa maneira, seria possível manter os estoque sempre cheios.





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