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Doação de sangue no Brasil

                O filme estadunidense, “Sete Vidas”, conta a história de Ben Thomas, em homem que salva a vida de sete pessoas que precisavam de um transplante. Longe das telas, entretanto, salvar uma vida da mesma forma apresentada no drama é muito complicado. Isso se deve, sobretudo, ao fato de escasso conhecimento sobre o assunto, que não é tratado de forma eficaz para com a população, dessa forma, sendo de extrema urgência a discussão sobre a doação de órgãos no Brasil.


                Em preliminar, convém analisar que a burocracia envolvida no processo de doação de órgãos empata as filas de receptores pelo país. Uma vez que, de acordo com os dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, somente 30% das doações chegam a salvar uma vida, fato que é inadmissível para com a população. Por isso, esse problema deve ser enfrentado com seriedade para evitar mais perdas de vidas.


                Em segundo plano, vale salientar que a falta de conhecimento sobre o assunto leva as pessoas a temerem operações de doação de órgãos. Pois, da mesma forma que a “Caverna de Platão” aprisiona o indivíduo pelo medo do novo, o desconhecimento causa semelhante efeito, reduzindo o número de doadores que teriam a chance de salvar vidas. Sendo, dessa maneira, importante a atuação do Estado nas propagandas de conscientização.


                Portanto, diante do exposto, para resolver os aspectos conflitantes da doação de órgãos no Brasil, ações interventivas são indispensáveis. Para tanto, cabe ao Governo Federal, junto do Ministério da Saúde, estabelecer regras mais simplificadas para ser um doador, além de propagandas de sensibilização, por meio de leis que reduzem a burocracia, e canais oficiais para informação, a fim de quebrar paradigmas, aumentando o número de indivíduos salvos. Assim, o cenário do filme “Sete Vidas” se tornará mais real. 

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