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Doação de sangue no Brasil

   Devido ao desenvolvimento da medicina, durante a Segunda Guerra Mundial, as transfusões de sangue tornaram-se comuns. No presente, elas seguem necessárias e rotineiras por toda a humanidade, conquanto as doações de sangue no Brasil não são as ideais para o país. Devido tanto a falta de conhecimento e incentivo à população, quanto as consideradas antigas regras para doação.


   Nesse contexto, a inexistência de estímulo desde a infância para ser um doador de sangue nas escolas brasileiras deve ser levado em conta. Nesse viés, é observável a falta de campanhas publicas voltadas para os menores, como ainda não são o público alvo para doar sangue, é ignorado a informação e o incentivo precoce para tal ação. Desse modo, o individuo se desenvolve pouco atento para esse chamado a cidadania cotidiana.


  Além disso, as rigorosas exigências do país para doar sangue, que antes eram consideradas necessárias para segurança, hoje são consideradas preconceituosas e prejudicam a ação. Mediante a isso, há o impedimento da doação de sangue pelos chamados “grupos de risco”, no entanto, como explicado pelo médico e youtuber Drauzio Varella, atualmente o correto seria “comportamento de risco”, que qualquer indivíduo pode vir a ter.


  Dessa forma, medidas devem ser tomadas, a fim de mitigar as questões em volta da doação de sangue no Brasil. Portanto, é dever do Governo, em parceria com o MEC, conceber políticas públicas desde o ensino desde o ensino fundamental até o médio, com cartazes e palestras nas escolas para haver o incentivo desde cedo à doação de sangue. Ademais, é preciso o MS (Ministério da Saúde) rever as normas para doação de sangue, sendo previamente discutido em congressos médicos, a fim de facilitar, com segurança, a doação de sangue. É esperado, assim, uma sociedade mais fraterna e solidária.

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