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Doação de sangue no Brasil

      Na série “Grey’s Anatomy” a protagonista Meredith Grey salva a vida do seu pai que é alcoólatra após doar parte do seu fígado para ele. Nesse sentido, hoje, no Brasil, embora a doação de órgãos seja capaz de salvar vidas, o número de doadores ainda é muito pequeno.  Desse modo, são muitos os desafios no combate ao impasse, devido à ausência de uma cultura de doadores no país e a falta de campanhas que estimulem a doação de órgãos.  
    Em primeiro lugar, em 1954, o médico Joseph Murray foi o primeiro a realizar um transplante de órgãos com sucesso, feito que lhe garantiu o Prêmio Nobel de Medicina. Porém, atualmente, o número de doações de órgãos é ainda muito baixo, sendo uma prática que depende da empatia do outro e isso faz com que muitas pessoas fiquem muito tempo em listas de esperas para receber um órgão e muitos acabam não resistindo.  Deve-se levar em conta ainda, que embora paciente com morte encefálica seja um potencial doador de órgãos, a decisão é feita pelos familiares que muitas vezes acabam recusando o procedimento, devido à falta de informação.  
     Sobretudo, vale ressaltar que no Brasil, a doação de órgãos é ainda um tabu e se deve à ausência de políticas públicas que influenciem tal prática e é reforçado ainda por algumas religiões que se mantém contra essa prática, por acreditarem não ser um ato divino.  Destarte, de acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), a cada 6 mil pacientes com morte cerebral é possível salvar 22 mil pessoas que aguardam por uma doação. 
     Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Assim sendo, o Ministério da Saúde deve promover o incentivo a doação de órgãos, por meio da criação de campanhas nacionais e divulgação na mídia, como a televisão e as redes sociais, relatando dados que comprovem a contribuição da ação e a importância da mesma, para que mais cidadãos percebam o impacto do problema no país. Além disso, deve-se fazer parcerias com ONG’s para que as mesmas possam contribuir no estímulo a doação de órgãos. Dessa forma será possível aumentar o número de doação de órgãos no Brasil e torná-lo uma nação livre, justa es solitária, conforme os objetivos da República previstos no artigo 3.  

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