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Doação de sangue no Brasil

Consoante ao poeta Cazuza, "Eu vejo o futuro repetir o passado", a doação de sangue no Brasil não é um problema atual. Desde a Segunda Guerra Mundial com os progressos científicos e o crescimento da demanda por transfusões de sangue essa vicissitude é uma realidade. De mesmo modo, hodiernamente as dificuldades persistem, seja por uma educação deficitária, seja por uma lenta mudança na sociedade como um todo.
Em uma primeira análise é indubitável que o déficit de educação no assunto está entre as causas do problema, conforme já dizia o revolucionário Nelson Mandela, "A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". Mesmo com campanhas incentivando a doação de sangue, porém em sua maioria de forma tardia, muitas pessoas acabam optando por não efetuar a doação, simplesmente por terem medo de sentir algum tipo de dor, por achar que podem contrair alguma doença e até mesmo pelo fato de presumirem que não fazem diferença, quando na verdade uma única doação pode salvar até quatro vidas.
Convém, ainda, lembrar que há uma restrição em que homens que tenham praticado relações sexuais homossexuais nos últimos doze meses não são aptos a doarem por se enquadrarem em um grupo de risco de disseminação de doenças, como o HIV, Sífilis e outras ISTs (infecções sexualmente transmissíveis). Tal medida reforça a discriminação com o grupo em questão, já que o sangue do doador passa por um teste para detecção de doenças infecciosas, incluindo as defendidas para exclusão de tal grupo, onde a mesma supressão não ocorre com pessoas consideradas heterossexuais que não são exclusas a essas doenças.
Portanto, é necessário que o governo, em parceria com o Ministério da Educação, financie projetos educacionais nas escolas, através de uma ampla divulgação midiática, que inclua propagandas televisivas, entrevistas em jornais e debates entre professores e alunos. Nesse sentido, o intuito de tal medida deve ser o diagnóstico das carências e erradicação do déficit de informação sobre a doação de sangue, onde tal ato se iniciado no presente é capaz de salvar múltiplas vidas.
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