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Doação de Órgãos no Brasil

Em 1954, o médico Joseph Edward Murray foi o primeiro a realizar um transplante de órgãos com sucesso no mundo. Entretanto, no cenário brasileiro atual, observa-se justamente um descaso quanto à conquista do Dr. Murray. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos em virtude da desinformação dos cidadãos, como também da falta de empatia dos mesmos.


Em primeiro plano, é preciso destacar a desinformação dos indivíduos sobre à questão da doação de órgãos. Haja vista que, debater sobre isso advém de citar o post mortem, e a morte na nossa sociedade é um tabu. Nessa perspectiva, só se escuta a respeito do tema uma vez no ano, pela camapanha "Setembro Verde" produzida pela ABTO, Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. Dessa modo, tem-se como consequência a perpetuação da ignorância das pessoas e um óbice com relação aos transplantes. 


Além disso, o tema encontra terra fértil na falta de empatia dos familiares. Na obra Modernidade Líquida, Zygmunt Bauman defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pelo individuaismo. Em virtude disso, há a falta de empatia, pois para colocar-se no lugar do outro é preciso olhar para si. Essa liquidez que influi acerca das pessoas funciona como um forte empecilho para sua resolução.


Portanto, urge à necessidade de uma intervenção para reverter esse quadro. Logo, o Ministério da Saúde juntamente com a Mídia devem efetivar as propagandas, as quais ainda são sazionais, em programas de horário nobre na televisão. Tais, devem ser publicadas nas redes sociais para abrager um público maior e trazer mais lucidez sobre o tema. Dessa forma, a conquista realizada pelo Dr. Joseph será cada vez mais valorizada.

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