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Doação de Órgãos no Brasil

Doação de órgãos: um gesto nobre a ser incentivado no país.


Durante o período da Segunda Guerra Mundial, os nazistas desenvolveram técnicas cirúrgicas utilizando os judeus como cobaias. Esses avanços permitiram, na atualidade, a realização de vários métodos científicos a respeito do transplante de órgãos, ou seja, os testes realizados com tamanha crueldade, infelizmente, colaboraram para o avanço da medicina. No entanto, hodiernamente, mesmo com todo o conhecimento, existem empecilhos na sociedade em realizar  a doação de órgãos. Nesse contexto, fica evidente que medidas sejam necessárias para que essa problemática não persista,  a qual ocorre devido à falta de conhecimento, além dos diversos problemas com infra estruturas dos hospitais.


Importante mencionar, em primeiro plano, o tabu que existe em relação a doação de órgãos. De Acordo com a Lei 9494 de 2007, caso o indivíduo não autorize em vida, fica a critério da família a autorização para a retirada dos órgãos. Contudo, existem objeções decorrente da falta de conhecimento, entre os fatores, a insegurança de que os  médicos possam anteciparem a morte, sem se esforçar ao máximo para salvar o ente querido. Outra coisa é o medo do comércio de órgãos, pois não é muito divulgado como os processos após a retirada são realizados. Sob as perspectivas mencionadas, fica claro que muito dos obstáculos são derivados da falta de conhecimento das procedimento e processos. 


Cabe mencionar, em segundo plano, a condição precária do sistema de saúde público. Para realização  dos procedimentos é necessário helicópteros para transferência de órgãos, sala de preparo e equipamentos especializados,  sobretudo, não é uma realidade na maioria dos hospitais. De acordo com o pensamento do filósofo francês, Jean Jacques Rosseou, a vontade geral deve emanar de todos, para ser aplicada a todos. Nessa ótica, fica evidente que a ampliação desses benefícios  só será realmente aplicada quando o coletivo se preocupar com o todo, ou seja, quando houver uma preocupação em melhorar todo o sistema. 


Fica evidente, portanto que após a guerra houveram muitos avanços em diversas áreas, inclusive na saúde, no entanto, vivemos uma guerra nos dias atuais, a humanização. Nesse sentido, cabe ao Governo criar uma campanha informativa, utilizando os recursos midiáticos, para educar, informar e conscientizar  a sociedade dos meios e processos que são seguidos a partir do momento comprovado da morte. Ademais, é mister também, estruturar hospitais de bairros e cidades menores para que possuam infraestruturas especiais para atender a população. Com essas medidas implantadas teremos mais conhecimento e mais vidas salvas.

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