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Doação de Órgãos no Brasil

     No filme “Uma Questão de fé” é demonstrado a vitalidade da doação de órgãos como solução para um problema de saúde familiar. De maneira análoga, o ato de doação de órgãos vem sendo um dos mais importantes processos para o avanço da saúde, no entanto, essa situação tem se agravado por conta de empecilhos, como o pouco número de doadores efetivos ou a baixa infraestrutura necessária para o método. Dessa forma, cabe analisar acerca das causas, consequências e possível solução para à problemática.


     Antes de tudo, é notório que o aumento de doadores efetivos é vital para esse procedimento. Entretanto, o que vem ocorrendo é a diminuição do número desses concessores, como afirma a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, em 2015, a taxa de doadores ficou apenas em 16 por milhões de habitantes, nesse sentido é visível que esse cenário se perdure por uma baixa divulgação sobre a prática de doar órgãos, o que pode levar ao pouco conhecimento sobre o procedimento e a criação de tabus que impossibilitam os números de doadores crescerem. Assim, torna-se fundamental a divulgação como recurso para o aprimoramento desse sistema.


     Ademais, é preciso uma boa infraestrutura como forma de manutenção desse sistema.     Nesse caso, é necessária uma maior participação do Estado, de maneira a facilitar o processo da doação, a exemplo do plano SALTE proposto em 1949, visando à saúde, alimentação, transporte e energia, que facilitou o andamento de organizações publicas de saúde, porém, atualmente, com o baixo investimento, pode acarretar no mal funcionamento dessas instituições e, por conseguinte, gera a perca de órgãos que exijam mais cuidados. Dessa maneira, são vitais maiores investimentos, para que o procedimento ocorra de maneira viável.


    Diante do exposto, é notório que medidas urgem para o aperfeiçoamento do sistema de doação de órgãos no Brasil. O Estado brasileiro, em especial o Ministério da Saúde, deve promover campanhas de divulgações que incentivem a doação como forma beneficiaria, através de palestras com especialistas da saúde em locais públicos e por meio de propagandas de Tevês e nas redes sociais, como maneira a desmitificar os pressupostos e tabus sobre a questão na sociedade. Espera-se, com isso, que o numero de doadores aumente gradativamente e que a população reconheça a relevância do ato de doação, como uma família em “Uma questão de fé” reconheceu.

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