ENTRAR NA PLATAFORMA
Doação de Órgãos no Brasil

No filme"seis vezes confusão" Alan é um personagem que está a procura de seus seis irmãos, e um deles se encontra no hospital à espera de um doador de rim,    quando se encontram, todos que estão ao redor criam a esperança que Alan será um doador. Na realidade vivida no Brasil pacientes esperam doadores por anos, além disso a falta de informação contribui para que as famílias não autorizem a doação de órgãos de seus entes queridos. Nesse contexto, é indispensável uma discussão sobre o problema abordado. 
 Muitos pacientes ficam à espera de um doador por um longo prazo, muitas vezes, pela precariedade dos hospitais, que faltam materiais necessários para a realização do transplante. Obstante, de acordo com o RBT (Registro brasileiro de transplantes) em 2017 a taxa de doadores efetivos cresceu 14%.


Ademais, pela falta de informações mais detalhadas sobre o assunto, ainda existe uma carência muito alta de transplantes. Desse modo, faz com que os responsáveis pelo corpo do doador não conheçam os requisitos de doação, e não discutam sobre os benefícios que irão proporcionar à outras pessoas. Sob a perspectiva do filósofo Gotthold Lessing, é a intensão, e não a doação que faz o doador.


Logo, é essencial que medidas sejam tomadas para aumentar cada vez mais a doação de órgãos. É preciso que o SUS, em parceria com empresas público-privadas invistam em melhores equipamentos para que, assim, os pacientes e doadores se sintam mais seguros ao fazerem o transplante. Além disso, o ministério da educação juntamente com o ministério da saúde devem criar palestras não só para o ensino superior e médio, como também em postos de saúde, para que famílias se sintam a vontade ao discutirem sobre o assunto.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde