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Doação de Órgãos no Brasil

 No Brasil, milhares de pessoas precisam de transplantes de órgãos para continuarem vivas. No entanto, nota-se que há poucas propagandas voltadas para o assunto. Tornando-se evidente que o tema é pouco debatido nos lares, nas escolas e nas mídias. Essa realidade é preocupante, pois gera prejuízo à sociedade. Logo, é necessário alterar essa situação. 


 No que concerne à problemática, é importante destacar o papel das escolas no que tange ao tema proposto. Segundo o filósofo Michel Foulcaut, em sua teoria sobre as Instituições de Sequestro, as redes de ensino priorizam a ordem e a disciplina em detrimento da inserção do indivíduo na sociedade. Nesse viés, observa-se que em sua maioria, os colégios preparam os indivíduos para os vestibulares e cumprimento de regras e, assim, não debatem temas de relevância como o mencionado, e que poderia ser feito para haver mais doadores no país. É válido salientar, também, que as emissoras não divulgam campanhas sobre o assunto, dessa forma a informação não chega as pessoas. 


 Outrossim, é preciso ressaltar a função dos pais no que diz respeito a esse assunto. O fato social escrito pelo teórico Émille Durkheim, é a forma como o indivíduo age e pensa de forma coletiva, dotada de exterioridade, coercitividade e generalidade. Seguindo essa linha de raciocínio, em uma casa na qual os pais não são doadores por falta de informação, os filhos tenderão a seguir essa mesma ideia e dessa forma irá ocorrer uma diminuição no número de transplantes. 


 Portanto, depreende-se que é imprescindível que o Ministério da Saúde, deve por intermédio das escolas divulgar campanhas e palestras sobre o tema e que essas sejam debatidas nas escolas e nos lares. É preciso também que sejam veiculadas propagandas nos canais de comunicação. Dessa forma será possível salvar mais vidas. 

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