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Doação de Órgãos no Brasil

Segundo dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) no Brasil são feitos 14 transplantes por milhão de habitantes. Nota-se a necessidade de se discutir sobre essa temática, , partindo desse pressuposto surge dois pontos fundamentais: a discordância da família e a falta de infraestrutura para manter os órgãos viáveis.


 De acordo com a ABTO mas diz 50% das famílias negam retirada dos órgãos do Falecido, enterrando junto o que poderia ser muito útil e salvar a vida de alguém. Pode-se mencionar, por exemplo, casos onde há morte encefálica onde todos os órgãos estão funcionando normalmente, porém, o cérebro está morto e por isso não irá reagir a mais nada, contudo a família muitas vezes não aceita por achar que o paciente irá se recuperar .


Outro fator existente é a falta de estrutura dos hospitais visto que é de suma importância cuidados com o paciente, uma vez que é realizado um processo importantíssimo para a retirada e o transplante sem ocorrer divergências. Convém lembrar que conforme informações da ABTO, dos órgãos doados acabam não sendo aproveitados por existir essa carência nas redes públicas de saúde.


Portanto, observa-se a urgência em realizar esforços para melhorar a doação de órgãos no país. Desse modo o Ministério da Saúde deve fornecer equipes especializadas, conscientizando as pessoas para os benefícios da doação na vida de quem está na fila de espera. E também uma melhor gestão pública para que haja uma infraestrutura adequada em hospitais a fim de manter os órgãos seguros e utilizáveis.

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