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Doação de Órgãos no Brasil

  Os Índios Tupinambás,que habitavam o litoral brasileiro,eram antropófagos e acreditavam que ao comer algum órgão de outro ser humano absorviam as qualidades dele,como a coragem e a destreza, para si.Hodiernamente,a doação de órgãos se caracteriza como uma nova chance de vida para milhares de pessoas.Entretanto,essa ação encontra empecilhos na sua concretização,como a falta de infraestrutura dos hospitais e a falta de informação.


 Em primeira análise,cabe salientar  a precária  estrutura nacional para implementar a doação efetiva de órgãos.Segundo o filósofo Thomas Hobbes,é dever do Estado garantir o bem-estar social, sobretudo, a vida dos indivíduos.Sob esse viés,é inaceitável que em um país,cuja Constituição Federal garante o direito à saúde para todos os indivíduos,permita que 50% dos órgão,segundo o Folha de São Paulo,sejam desperdiçados por falta de capacitação médica e infraestrutura hospitalar.


 Outrossim,a falta de informação acerca do tema se caracteriza como um fator determinante desse impasse.A morte encefálica permite a retirada de diversos órgão em bom estado,mas por diversas famílias não saberem que esse quadro não é reversível,acreditam que o paciente poderá sair do coma e assim,negam a doação do coração,por exemplo.Dessa forma,torna-se nocivo,para todo o corpo social,que o Estado não promova campanhas que informem e conscientizem os cidadãos sobre a importância de permitir,rapidamente,a retirada e o transplante dos órgãos a fim de garantir o seu sucesso.


 Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual.O Governo Federal,em conjunto com a mídia,deve criar campanhas na TV,por meio de verbas estatais,que visem instruir,incentivar e desmistificar a doação de órgãos na sociedade brasílica.Espera-se,com isso,que o Brasil se concretize como uma nação igualitária e que a máxima de Hobbes seja finamente alcançada.

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