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Doação de Órgãos no Brasil

No dia 27 de setembro é celebrado O Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos no Brasil. Embora de grande valia no quesito de conscientização a cerca dessa temática a dificuldade para conseguir doares é um problema factual no país. Essa problemática tem sido acarretada principalmente devido ao individualismo e a falta de informações sobre o assunto.

Em primeira análise, a definição de "Modernidade Líquida" do sociólogo Zygmunt Bauman explica a dificuldade da familia de um possível doador em autorizar a doação, uma vez que, a sociedade moderna vive forte influência individualista o que por si gera a falta de empatia que é uma característica fundamental nessa questão. 

Por conseguinte, a falta de informação sobre a morte encefálica e a dificuldade de se entender sobre o processo do transplante gera insegurança e temor por parte dos familiares. Dessa maneira, consoante a ideia do filósofo alemão Emmanuel Kant expressa na frase "É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade" pode-se afirmar que a efetividade na doação de órgãos esbarra na educação deficiente da sociedade a cerca dessa problemática.

Portanto, urge a necessidade que o Estado através do Ministério da Saúde elabore panfletos explicativos, com linguagem clara, sobre quem pode doar, o que é uma morte encefálica e o quanto a doação  pode mudar uma vida. Estes folhetos devem ser distribuídos pelos Agentes Comunitários de Saúde, que são profissionais que compõem uma equipe de saúde da família e possui vínculos e o contato direto com a população. Além disso uma parceria do Estado com o sistema midiático também é essencial para a propagação dessas informações. Dessa maneira, o conhecimento e a conscientização sobre a importância da doação e como funciona esse processo impulsiona o inicio de uma grande mudança no quadro dessa problemática.

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