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Doação de Órgãos no Brasil

Ao analisar a grande fila de espera para a doação de órgãos no Brasil, é possível conhecer o grande déficit do mesmo. Segundos dados de 2017, haviam cerca de 3952 pessoas na fila de espera para receber algum órgão. Contudo cerca de 40% de possíveis doadores, não chegam a efetivar o processo. Assunto também tratado, e com repercussões mundiais, na série Grey’s Anatomy. Apresenta-se como principalmente efeito, a falta de informação e infraestrutura. 


Primordialmente, vale-se destacar, consoante ao pensamento de Kant, no qual todo homem tem o direito de gozar da vida e felicidade. Entretanto a necessidade, e até mesmo a falta, de órgãos são impedimentos para atingir o bem-estar. Atualmente a falta de informações quanto ao procedimento, são um dos obstáculos. Uma vez que a decisão final, quanto a transferência, é de responsabilidade familiar, os mesmos não possuem conhecimentos sobre o assunto. Agravando-se quando a discussão é ética. 


Outra preocupação constante, é quanto as condições, para o aguardo e retirada de órgãos. As melhores infraestruturas para o recebimento de partes doadas, encontram-se na região Sul e Sudeste. Por conseguinte as outras partes podem sofrer com retardos. A logística que envolve o transporte do mesmo, é de carácter influenciados e vital, uma vez que um corpo deve ser mantido a certa temperatura e pressão. Uma vez que, nem sempre a doação situa-se no hospital, atrasos podem resultar na perda de vidas. 


Em vista dos argumentos apresentados é mister que o Estado, trabalhe para o desenvolvimento nessa área da saúde. Com ações do Ministério da Saúde e Ministério da Infraestrutura, promovendo essencialmente a educação quanto ao assunto, através de maiores incentivos a campanhas. Instruindo doadores e familiares quando a relevância e impactos de uma contribuição. Deste modo a saúde pode ser garantida e restaurada com qualidade.

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