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Doação de Órgãos no Brasil

Conforme guarnece a lei de 1934 de fevereiro de 1997 institui a legalidade sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento, caso seja de livre vontade e autorizada pelo doador ou seu familiar responsável. Todavia é perceptível que a falta de conhecimento e a resistência familiar sejam desafios a serem superados. Nesse sentido, convém analisar os principais fatores relacionados a esse impasse.


Inicialmente, de acordo com os dados divulgados pelo Governo Federal em 2018 entre janeiro e junho deste mesmo ano, houve um aumento de 7% do procedimento que amplia a qualidade de vida do paciente. No entanto, a falta de conhecimento faz com que os dados não sejam alarmantes em diferença ou homogêneos, caso fosse normal a grande quantidade de doadores. É incerto que, a população brasileira, que é de grande influência nas mídias sociais não demonstrem conhecimento, ou não instiguem-se acerca do assunto pertinente.


Além disso, é importante destacar a série de televisão Grey's Anatomy que deixa explícita como a doação de órgãos é travada pela autorização da família. Nesse viés, é possível observar que a insegurança familiar torne difícil a execução de tal ação, uma vez que -não confiam nos métodos e/ou não absorvem a ideia de retirar um órgão de seu corpo, temendo ao pior. É inadmissível que a educação brasileira e as fontes de informações tecnológicas não tentem combater o predomínio de pessoas leigas no assunto presente.


Depreende-se, portanto, que a resistência familiar e a falta de conhecimento podem ser muito prejudiciais ao paciente que carece de algum órgão. O Ministério da Saúde, como instituição regulamentadora da saúde cidadã, em parceria com influenciadores digitais deve criar medidas que reduzam a ausência de informação, e má exploração dela, por meio de divulgações em mídias sociais e palestras que explorem acerca do assunto. Espera-se, com isso, que os brasileiros possam ter ciência da ação e de seus métodos, e realizem ações como as possíveis na lei de 1934.

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