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Doação de Órgãos no Brasil

Desde a primeira até a quarta revolução industrial, a tecnologia surgiu facilitando a vida e o cotidiano de muitas pessoas. Porém, dentro da área cirúrgica muitas situações tornam se contraditórias em relação a essa facilidade, onde, a principal situação é a doação de órgãos. Nesse contexto, essas contradições vão desde a ineficácia pública sobre os atendimentos, além da falta de informação da sociedade sobre as doações. Sendo assim, faz-se imprescindível resolver essas problemáticas, bem como engendrar formas de combatê-las.


Mormente, é válido salientar que no Brasil, por exemplo, há uma superlotação do sistema de saúde, uma vez que dificulta a vida de muitos cidadãos. Diante ao exposto, surge em 1988 o Sistema Único de Saúde (SUS), uma instituição que tenta atender a todos os cidadãos e que financia 96% dos transplantes. Assim, fica evidente um inchaço nesse setor, gerando impasses ao atendimento da sociedade. Logo, como afirmou o pensador Thiago Lucas Correia, o mal da saúde pública no Brasil é consequência da má distribuição de recursos financeiros e seu péssimo atendimento.


Por conseguinte, além dessas problemáticas aos desafios da doação de órgãos no Brasil, surge a negação da família pelo emocional abalado por ter perdido o ente querido. Segundo a Associação Brasileira de Transplantes Públicos (ABTO), 47% das família têm dificuldades para disponibilizar o órgão do indivíduo à doação. Pois, como o indivíduo teve uma morte encefálica e entrou em estado vegetativo, muitos acreditam na possibilidade de voltar a vida. Outrossim, a frase idealizada por Fernando Pessoa, “tudo vale a pena se a alma não é pequena”, mostra a necessidade de se discutir diante ao assunto, na qual facilite futuramente a vida de muitos outros cidadãos.


Portanto, torna-se necessário mitigar os impasses relacionados as dificuldades da doação de órgãos no Brasil. Para isso, cabe ao Governo Federal, em parceria ao Ministério da Saúde, elaborar uma nova logística semelhante ao SUS, tornando mais eficiente e prático, com o objetivo de atender uma boa demanda populacional. Ademais, é importante salientar, a participação do Ministério da Educação e Cultura (MEC), por meio de agentes da saúde, Ong's e psicólogas, explanando às famílias através de palestras socioeducativas, a necessidade de ajudar ao próximo, visto que disponibilizem o órgão do falecido. Destarte, o Brasil conseguirá amenizar essas dificuldades ampliando novas oportunidades de vida.

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