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Doação de Órgãos no Brasil

   No que se refere à doação de orgãos no Brasil, podemos afirmar que é de extrema importância para aqueles que lutam diariamente para a sobrevivência. Nos últimos anos o número de doadores cresceu, entretanto, ainda não está sendo o suficiente para diminuir a fila de espera, visto que esta vem aumentando consideravelmente. Sob esse aspecto, convém analisarmos as principais causas e possível medida relacionada a essa problemática em nossa sociedade. 


  Em primeira análise, podemos apontar a própria família do doador como um dos principais motivadores para o aumento da fila de espera. Quando o doador ainda em vida não manifesta sua decisão, cabe à seus parentes a autorizar, o que muitas vezes é um problema, tendo em vista que levam em consideração a religião e dilemas éticos. De acordo com uma pesquisa publicada no portal de notícias G1, 47% das famílias se recusam a doar os orgãos de pacientes com morte encefálica, que, nesse sentido, os tornariam potenciais doadores. Apresenta-se desse modo danosa a ideia de ter mais de 33 mil pessoas esperando um órgão, enquanto outras são enterradas, por exemplo, com pulmões, rins, córneas e corações que não salvariam apenas uma vida.


    Outrossim, a falta de infraestrutura para o transporte e o transplante dos orgãos representa uma grande contribuição para esse problema enfretado pelo Brasil. Estima-se que, 71% dos orgãos doados não puderam ser transplantados por falta de equipamentos adequados e profissionais especializados. É inaceitável que, a saúde, um dos direitos básicos previsto na Constituição Federal, esteja se degradando no que se diz respeito a doações de orgãos, onde se reflete nos cuidados necessários para que um transplante seja feita com êxito.


   Portanto, o Ministério da Saúde junto ao Governo Federal devem investir mais na saúde e criar medidas mais efetivas para informar a população da importância da doação de órgãos no Brasil, por meio de campanhas em redes sociais, cartilhas impressas e incentivo aos hospitais que fazem o procedimento. Espera-se com isso, a conscientização das famílias e do próprio doador, que pode registrar em documento sua decisão. Para assim, aumentar o número de doadores e por consequência diminuir a fila de espera, salvando milhares de vidas.


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