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Doação de Órgãos no Brasil

  De acordo com a 1ª lei de Newton, a Lei da Inércia, a tendência dos corpos quando nenhuma força atua sobre eles, é permanecer em seu estado natural. De forma análoga, ao invés de funcionar como uma força capaz de mudar o percurso dos desafios do processo de doação de orgãos, da permanência até a extinção, a combinação da falta de profissionais e a ausência de anúncios publicitários acabam por contribuir com a situação atual.


  Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Orgãos (ABTO), estima-se que no ano de 2020, o número de doações diminua cerca de 2,3% pela falta de profissionais. Inquestionavelmente, a má distribuição de profissionais da saúde para a captação de orgãos torna-se um empecilho para o aumento de doadores. Por outro lado, isso ocasiona-se pelo fato de que as regiões menos desenvolvidas, são desprovidas de assistência profissional.


  De maneira semelhante, é preciso analisar que a ausência de anúncios publicitários é um dos fatores que levam a falta de incentivo à doação. Segundo o sociólogo, Zygmunt Bauman, as relações sociais na sociedade contemporânea estão cada vez mais fragilizadas, uma vez que, esse fato ocorre porque a indústria cultural, de forma individualista, preocupa-se demasiadamente apenas em publicar conteúdos que geram lucro. Consequentemente, a falta de informação aumenta a resistência nos indivíduos em doar orgãos.


  Em suma, compete ao Ministério da Saúde em parceria com as mídias, atuar fortemente, por meios de comunicação e redes sociais, promovendo campanhas de incentivo à doação de orgãos de maneira que, aumente o número de doadores e reduza a resistência a doação. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde contratar profissionais da saúde para que atenda a todas as regiões brasileiras na captação de orgãos, desse modo, dimuirá as mortes por falta de orgãos.


  


 

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