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Doação de Órgãos no Brasil

No Brasil, a falta de discussão acerca da doação de órgãos corrobora para os baixos índices de doadores. Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), no país, a taxa de doadores é de 14 por milhão de pessoas. A falta de doadores se dá pela má divulgação da importância desse método e também pela falta de estrutura adequada para que os procedimentos sejam realizados. Por consequência, pacientes ficam anos esperando um órgão, alguns não suportam a espera e o óbito é irrevogável.


             Por certo, é notável que vivemos em um mundo onde a informação é facilmente distribuída. Assim, os benefícios da doação de órgãos, por exemplo: dar mais uma chance de vida para uma pessoa, podem ser propagados. Porém esse fato não é consumado. Essa falta de divulgação é alarmante, pois pode haver pessoas que estão de acordo em doar os seus órgãos, mas não consegue convencer os seus familiares, uma vez que a decisão final cabe a eles.


            Outrossim, os hospitais presentes no país não são especializados em doação de órgãos, além de não possuir infraestrutura ideal para manter os órgãos em perfeito estado até chegar ao destinatário. Segundo a ABTO, somente 31% dos órgãos doados no Brasil podem ser utilizados. Esse descaso em relação a importância da doação corrobora para a diminuição de pessoas salvas por esse procedimento.


            Diante do exposto, cabe ao Ministério da Saúde (MS) investir na infraestrutura necessária para manter os órgãos e os pacientes de maneira correta até que o procedimento seja feito, além de criar boletins informativos acerca do assunto. A mídia possuí a função de veicular campanhas em prol da doação de órgãos e mostrar os seus benefícios. Ademais, cabe aos pacientes e futuros doadores mostrarem aos seus familiares, através de boletins informativos, o quão importante é a doação de órgãos.

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