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Doação de Órgãos no Brasil

A Constituição Federal de 1988, também conhecida como a Constituição Cidadã, garante a todos os brasileiros direito à segurança, habitação, transporte e não menos importante, direito à vida. Contudo, na sociedade contemporânea, há entraves para tornar hábitual essa questão de doações de orgãos.


Em primeiro plano, convém análisar, as estatísticas sobre tal tema. Segundo uma pesquisa do portal R7, em 2016 ouve um aumento de 18% em doações no território nacional. Porém, esse crescimento é pequeno e ainda há filas de esperas enormes, chegando a 5 anos, em algúns casos.


Ademais, é notório o curto prazo para a família do falecido decidir essa questão. Nesse contexto, dados do Ministério da Saúde, apontam que cerca de 40% de grupos parentais se recusam em conceder partes humanas. É evidente que, essa recusa acontece por falta de informação sobre todo o precesso envolvendo esse contratempo delicado.


Evidência, portanto, que medidas sejam tomadas para mitigar esse impasse. Cabe ao governo em parceiria com o MEC introduzir na grade curricular dos alunos, matérias sobre transfêrencias de orgãos por meio da biologia e também por palestras. Outrossim, as prefeituras municipais criassem o dia D, para debater, em roda, sobre esse tópico importante, com indíviduos que não frequentam mais uma escola. Só assim, a população entenderia quanto é importante doar uma parcela do corpo para restabelecer a vida de quem necessita.

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