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Doação de Órgãos no Brasil

O artigo 196 da Constituição de 88 aborda que "A saúde pública é um direito de todos e dever do Estado". Contudo, a falta de uma administração eficiente dos recursos, atrelada à recusa das famílias de parentes em autorizar o processo de doação de órgão do falecido configuram um empecilho quando se trata de ajudar o próximo. Dessa forma, medidas para cobrar do governo e conscientizar a população precisam ser tomadas.


A priori, a falta de uma gestão eficaz no repasse fiscal precariza a doação de órgãos. Consoante o Dr. Drauzio Varella fala em seu canal do youtube, "os recursos públicos, que já são pequenos, ainda são mal administrados". Isso é ruim, porque prejudica a aquisição de equipamentos e o salário dos médicos, tendo em vista que, quando falta aqueles em cada ambulatório, é necessário levar o órgão à uma distância enorme, o que aumenta a probabilidade de inutilizar este. Logo, urge que o cidadão exija do governo uma melhoria na gestão da verba da saúde para promoção da agilidade no transporte de órgãos.


Ademais, a falta de compreensão da importância da doação de órgãos para os familiares de indivíduos que tiveram morte encefálica impede o salvamento de várias pessoas. Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), 47% das famílias se recusam a doar o órgão de seus falecidos. Isso ocorre pois, na escolas não é abordado essa temática e o que a maioria da sociedade pensa é que para doar precisa morrer, por consequinte, desconhecem que rim e o fígado podem ser doados com a pessoa viva. Destarte, é preciso dar mais detalhes para o povo sobre isso nas campanhas do Ministério da Saúde.


Portanto, é necessário que os cidadãos reivindiquem uma melhoria na administração do capital da saúde, por meio do site E-cidadania e, ao acessar a aba Ouvidoria e registrar sua insatistisfação com o gerenciamento atual, com o fito de promover a agilidade no transporte de órgãos. Outrossim, o Ministério da Saúde deve dar esclarecer mais o assunto em suas campanhas e distribuir cartilhas, em que nestas constassem os órgãos que podem ser doados nos casos em vida e morte. Desse modo, espera-se que seja cumprido o direito que consta na Constituição de 88.

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