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Doação de Órgãos no Brasil

No período renascentista, Leonardo da Vinci iniciou seus estudos de anatomia humana, através de corpos furtados de cemitérios, visto que a Igreja Católica proibia tal ciência. Nesse sentido, embora atualmente não haja essa proibição, a desvalorização medicinal da importância da doação de órgãos é alarmante no Brasil. Diante disso, a ausência de conscientização e infraestrutura corroboram a problemática.


 Primeiramente, a falta de medidas educativas sobre a doação de órgãos é um empecilho para quem precisa de um doador. Isso, contudo, vai de encontro ao Artigo 6º da Constituição Cidadã, na qual há, por exemplo, educação e saúde como direitos de todo cidadão brasileiro. Nesse viés, percebe-se quão prejudicial é o problema, uma vez que, além de se contrapor a tais garantias, deixa milhões de pessoas necessitando de doações, posto que não existe muita informação acessível para quem pode doar e nem órgãos para quem pode receber.


 Ademais, a precária estrutura da maioria dos hospitais públicos brasileiros fortalece a adversidade. Nesse contexto, apesar da grande expansão farmacêutica e médica trazida pela Segunda Revolução Industrial, a inexistência de locais adequados para armazenamento e manutenção das partes doadas ainda é presente no país, provocando danos trágicos aos receptores. Além disso, os mecanismos tecnológicos desses locais, muitas das vezes, são insuficientes ou antigos, impedindo transplantes essenciais, como o de coração. Logo, a infraestrutura hospitalar precisa de ampliação.


 Infere-se, portanto, que urge ao Ministério da Saúde mitigar a problemática vigente no Brasil. Para tanto, é preciso consolidar a informação, por meio de campanhas midiáticas e em locais públicos, para informar a necessidade da população comunicar seus parentes sobre a doação de seus órgãos. Além disso, a instituição deve investir em locais especializados para transplantes, através da adesão de equipamentos de saúde de qualidade, que armazenem com eficácias os órgãos, a fim de evitar mortes e fazer valer a pena as pesquisas de da Vinci.


No período renascentista, Leonardo da Vinci iniciou seus estudos de anatomia humana, através de corpos furtados de cemitérios, visto que a  Igreja Católica proibia tal ciência. Nesse sentido, embora atualmente não haja essa proibição, a desvalorização medicinal da importância da doação de órgãos é alarmante no Brasil. Diante disso, a ausência de conscientização e infraestrutura corroboram a problemática.


 Primeiramente, a falta de medidas educativas sobre a doação de órgãos é um empecilho para quem precisa de um doador. Isso, contudo, vai de encontro ao Artigo 6º da Constituição Cidadã, na qual há, por exemplo, educação e saúde como direitos de todo cidadão brasileiro. Nesse viés, percebe-se quão prejudicial é o problema, uma vez que, além de se contrapor a tais garantias, deixa milhões de pessoas necessitando de doações, posto que não existe muita informação acessível para quem pode doar e nem órgãos para quem pode receber.


 Ademais, a precária estrutura da maioria dos hospitais públicos brasileiros fortalece a adversidade. Nesse contexto, apesar da grande expansão farmacêutica e médica trazida pela Segunda Revolução Industrial, a inexistência de locais adequados para armazenamento e manutenção das partes doadas ainda é presente no país, provocando danos trágicos aos receptores. Além disso, os mecanismos tecnológicos desses locais, muitas das vezes, são insuficientes ou antigos, impedindo transplantes essenciais, como o de coração. Logo, a infraestrutura hospitalar precisa de ampliação.


 Infere-se, portanto, que urge ao Ministério da Saúde mitigar a problemática vigente no Brasil. Para tanto, é preciso consolidar a informação, por meio de campanhas midiáticas e em locais públicos, para informar a necessidade da população comunicar seus parentes sobre a doação de seus órgãos. Além disso, a instituição deve investir em locais especializados para transplantes, através da adesão de equipamentos de saúde de qualidade, que armazenem com eficácias os órgãos, a fim de evitar mortes e fazer valer a pena as pesquisas de da Vinci.

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