ENTRAR NA PLATAFORMA
Doação de Órgãos no Brasil

A Constituição brasileira de 1988 decreta o direito à vida, corroborado a partir da legalização do transplante de órgãos, em 1997. Entretanto, o atual cenário de impasses familiares e carência de recursos da saúde dificultam o processo de doação de órgãos no Brasil. Desse modo, urge, frente a necessidade, analisar os fatores que propiciam os entraves.

A priori, é válido ressaltar a importância familiar a cerca da doação de órgãos. Segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), em 2016, o número de famílias a recusar a doação alcançou 49%. Nesse contexto, falta de diálogo, juntamente a questões culturais e religiosas acarretam lamentavéis dificuldades na vida de quem está na fila de transplante.

Outrossim, quanto às questões a cerca da insuficiência de recursos, a revista Veja expôs a denúncia de pacientes transplantados quanto à falta de medicamentos imunossupressores, indispensáveis para que não haja rejeição do órgão. Tal fator, bem como, a falta de profissionais capacitados e a incapacidade de transportar de forma adequada prejudicam diversos pacientes que aguardam a cirurgia e põe em risco os que já o realizaram.

Em suma, a doação de órgãos no Brasil é um complexo desafio, necessitando de medidas que atenuem o entrave. Para tanto, o Ministério da Saúde deve, facilitar a autorização, ou não, da doação de órgãos. Isso pode ser realizado através da anexação da informação em documentos, como carteiras de identidade e motorista, a partir dos 18 anos. Por meio, também do investimento em infraestrutura e capacitação médica, distribuída de forma igualitária no país, o Estado deve, enfim, replicar os bons resultados e garantir o direito à vida.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde